As opções de redução na Receita Federal são limitadas, pontuais e dependem de editais específicos.
Na prática, 90% das empresas ficam de fora.
Empresas que já parcelaram ou reparcelaram costumam enfrentar:
Resultado: regulariza no papel, quebra no financeiro.
A maioria tenta “dar um jeito”:
Neste guia você vai aprender:
✔ Quando faz sentido levar a dívida para a PGFN
✔ Como funcionam as transações tributárias na prática
✔ O que é CAPAG e como ela impacta descontos
✔ Como empresas conseguem:
👉 Tudo explicado de forma simples, objetiva e sem juridiquês.
Descubra se sua empresa pode ou não se beneficiar antes de cometer erros.
Entenda, de forma simples, como a PGFN classifica sua empresa.
Os erros mais comuns que eliminam benefícios automaticamente.
Visão geral dos principais modelos de transação existentes.
Comparação direta para tomada de decisão estratégica.
Advogada tributarista, referência nacional em estratégia tributária e regularização de passivos fiscais.
À frente do IBPT LA, já ajudou empresas de diversos portes a:
👉 Conteúdo direto, complementar ao guia.
Serve, com um adendo importante: empresas do Simples têm regras específicas de negociação, principalmente na PGFN. O guia mostra o caminho geral de diagnóstico e estratégia, e você vai identificar exatamente em qual ponto sua empresa se encaixa dentro dessas regras.
Podem, e devem. Débito em execução fiscal não é motivo para esperar. Existem movimentos possíveis mesmo com processo em andamento, e quanto antes você entender as opções, menor o risco de bloqueio ou penhora.
Para o diagnóstico e o mapeamento da estratégia, não. Você consegue sozinho, com o passo a passo. Mas algumas ações específicas, como petições e medidas judiciais, exigem representação técnica. O guia deixa claro onde termina o que você mesmo resolve e onde começa o suporte jurídico.
Não. Débitos com menos de 90 dias na Receita Federal seguem outra lógica de negociação. A migração para a PGFN acontece principalmente com dívidas inscritas ou próximas da inscrição em dívida ativa. O guia te ensina a identificar isso antes de tomar qualquer decisão.
Depende. Empresas com CAPAG A ou B têm acesso limitado a descontos, e muitas vezes vale a pena buscar a revisão dessa classificação com laudo técnico. O guia mostra quando essa revisão faz sentido e quando não vale o esforço.
Não. Ele é o ponto de partida: o diagnóstico que revela o tamanho real do problema e as primeiras decisões estratégicas. A execução de negociações mais complexas, com múltiplas frentes jurídicas e financeiras, pede acompanhamento especializado.
Varia conforme o tamanho e a natureza da dívida. Alguns resultados aparecem em poucos dias, principalmente em revisões e exclusões pontuais. Processos mais amplos de transação e parcelamento levam semanas. O que muda o jogo é parar de adiar o diagnóstico.
Sim. Assim que a compra é confirmada, você recebe o material no seu e-mail e já pode começar.
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