Você PRECISA entender o que é o Planejamento Tributário antes de ofertá-lo.
O Planejamento Tributário é uma forma de minimizar os custos fiscais de uma empresa. Sucintamente, ele atua dentro da lei de forma integral, procurando negócios e oportunidades jurídicas com uma tributação menor ou nula. No entanto, como é possível fazer com que seus clientes entendam a importância e a necessidade dessa técnica na prática? Essa é a grande questão. Expor os pontos certos de maneira assertiva e direta é o grande diferencial para transformar aquele “talvez” em “negócio fechado”. No Retrospecto Tributário dessa semana, um dos temas debatidos foi a utilização dessa técnica na prática e também a apresentação de cases MILIONÁRIOS onde o Planejamento foi o principal motivo para grandes empresas comemorarem boas decisões na justiça, e você pode conferir o vídeo através do link: O planejamento Tributário funciona Conheça os casos milionários que todo tributarista precisa saber. É valido também relembrar alguns pontos essenciais para entender o Planejamento Tributário e ofertá-lo da melhor maneira possível para seu cliente: 1) Uma simples mudança no entendimento do produto/serviço perante a justiça é capaz de mudar o enquadro tributário e mudar totalmente a carga tributária que é incidida. 2) O contribuinte tem o direito de estruturar o seu negócio da maneira que melhor lhe pareça, procurando a diminuição dos custos de seu empreendimento, inclusive dos impostos. Se a forma celebrada é jurídica e lícita, a fazenda pública deve respeitá-la. 3) Segundo o IBPT, no Brasil, em média, 33% do faturamento empresarial é dirigido ao pagamento de tributos. Somente o ônus do Imposto de Renda e da Contribuição Social sobre o Lucro das empresas pode corresponder a 51,51% do lucro líquido apurado. Da somatória dos custos e despesas, mais da metade do valor é representada pelos tributos. Assim, imprescindível a adoção de um sistema de economia legal. Lembrando que ao participar das lives e seguir o IBPT Educação nas redes sociais certamente vai te ajudar a entender melhor sobre o mundo da tributação. Se você tem interesse em se tornar um tributarista diferenciado, conquistar os melhores contratos e fazer parte do seleto grupo de DIAMANTES, conheça a Tributarista do Futuro:
A Importância do Compliance e Governança Tributária na Gestão Empresarial
Resumo O presente artigo visa observar pontos pertinentes ao elo da Governança Tributária e a instauração do Compliance nas empresas, criando um mecanismo de assertividade junto a Lei Anticorrupção (nº 12846/13), lei esta instituída com a importância de evitar fraudes e criar uma responsabilidade para os atos empresarias, bem como às demais leis que regem o Sistema Tributário Nacional. O objetivo principal deste é levar a importância da adequação de forma ágil, para a criação de mecanismos que, além de corroborar em organização fiscal a empresa, acarretará em uma possível diminuição tributária com o mecanismo de evitar pagamentos divergentes, gerando assim uma economia gradativa ao capital das empresas, sejam elas MPEs (micro e pequenas empresas), quanto grandes portes. Palavras-chave: Compliance, Lei Anticorrupção, Sistema Tributário Nacional. 1- Introdução Você conhece todas as legislações que influenciam no andamento da sua empresa? Você sabe o quanto está pagando de impostos mensalmente? Você tem conhecimento se os tributos de sua empresa estão certos? São perguntas que muitos empresários não tem, sequer, um início de resposta. Temos uma legislação muito extensa e, em sua maioria, com duplo entendimento, criando um mar de problemas, inclusive grande quantidade de ações judiciais, por utilização desta legislação de forma diferente de pensamento de determinado legislador. Infelizmente esta é uma realidade brasileira, deixando claro que não somente sob o viés tributário, mas de toda legislação, e cria um prejuízo inestimável para a economia, pois, devido a esta ¹ MBA em Auditoria e Controladoria – Una Divinópolis Graduada em Ciências Contábeis – Faced Divinópolis incerteza das normativas, bem como a grande carga tributária que é incidida sobre o empresário, este cria saídas ilícitas para evitar maior dispêndio de seu caixa, bem como maior lucratividade em seu ramo de atuação, acarretando assim a corrupção. Diante a realidade brasileira, o Compliance Tributário assume como figura extraordinária ao combate da corrupção das empresas públicas e privadas, gerando uma consciência sob as penalidades que determinado procedimento pode gerar, bem como cria uma cadeia ética sob a gestão dos negócios. O que é governança tributária? A Governança Tributária é um conjunto de processos, com o objetivo de atualizar e controlar os processos tributários da empresa. Segundo Marquez, trata-se de um conjunto de procedimentos inerentes à gestão empresarial com o objetivo de garantir o pleno controle e a atualização constante de todo e qualquer processo que envolva tributação. A intenção é mitigar inconsistências, reduzir riscos e evitar a exposição fiscal da empresa para que ela não pague tributos acima do necessário nem deixe de cumprir suas obrigações legais sujeitando-se a sanções fazendárias. (Marquez, G. 2019). Como moldes de implementação de forma correta da Governança Tributária, a empresa terá benefícios, evitando maiores contratempos, como: Conformidade com normas e legislações vigentes; Oportunidades de redução de carga tributária existentes; Redução de sanções federais; Aumento na margem de lucro com as reduções de custos tributários; Processo e procedimento adequado para a Este são benefícios, de muitos outros que poderemos obter com esta implementação. De fato, é algo que somente agregará melhorias, e, com estas mudanças, a lucratividade aumentará, ao ponto que desperdícios financeiros serão exauridos. 2.1 – Princípios da Governança Tributária Os princípios da Governança Tributária se assemelham bastante com os princípios da Governança Corporativa, até pela razão do processo de criação do setor na empresa dar- se-á de forma semelhante. Tendo como princípios fundamentais: Moralidade e ética, legalidade, Compliance, Preservação da reputação da empresa, e Lucratividade. Como Moralidade e Ética, devemos, no processo de Governança Tributária, seguir com respeito à padrões éticos, de boa-fé, decoro e honestidade. Assim, deve-se evitar planejamentos tributários muito agressivos, estimular debates acerca da moral em matéria tributária e estabelecer códigos de ética negocial. (IBPT, 2020). Como Legalidade, também no processo de Governança Tributária, devemos desenvolver as ações dentro das normativas legais vigentes, sem tentativa de burlar possíveis processos. Segundo IBPT, importante é obedecer às leis tributárias, inclusive normas infralegais e leis de outros ramos do direito. (IBPT, 2020). Como Preservação da reputação da empresa, o próprio nome já nos resume boa parte do seu objetivo, ou seja, devemos, neste processo, preservar o nome, os laços da empresa para seu cliente e sociedade, evitando contratempos. Assim, para que possa ocorrer a preservação da reputação, importante incentivar o comportamento ético em conformidade com a lei, impedir que a empresa sofra críticas relativas à sua reputação e alimentar a boa reputação da sociedade. (IBPT, 2020). Como Lucratividade, com este processo, devemos buscar a redução de custos tributários, respeitando os princípios acima, evitando receber autos de infração, multas e sanções que possam comprometer seriamente a imagem e financeiro da empresa. Por fim iremos entrar no assunto de Compliance, e, para isso falaremos deste grande princípio norteador do processo de Governança Tributária. O que é Compliance Tributário? Antes de qualquer informação, devemos primeiramente analisar o que se dá em Compliance. Segundo Professor Paschoal Filho (Filho, P. 2020), o termo vem do verbo em inglês “to comply“, que significa “cumprir, agir de acordo com uma regra, uma instrução interna, um comando ou um pedido”. Complementa ainda, o Professor Marcelo Coimbra (Coimbra, M; Manzi, V, 2010), compliance é o dever de estar em conformidade e fazer cumprir as leis, diretrizes, regulamentos internos e externos, buscando mitigar riscos atrelados à reputação e o risco legal/regulatório. Em resumo, podemos demonstrar que sem este princípio, a Governança Tributária não consegue chegar ao seu norte, pois com o compliance, toda e qualquer normativa deve ser respeitada, evitando riscos, como no princípio da legalidade (sanções, multas, etc). Agora que já sabemos o que é Compliance, devemos observar este termo interno no processo de Governança Tributária. O Compliance tributário está ligado ao cumprimento e a conformidade com os regulamentos, normas e diretrizes que se referem a tributação incidente sobre o seu negócio. Portanto, podemos definir o Compliance Tributário como os serviços de regulamentação e conformidade das empresas com o Fisco. 3.1- Importância do Compliance Tributário No Brasil, temos uma regulamentação fiscal muito complexa, devido a alta onerosidade de seus tributos, bem como a alta taxa de sonegação,
5 passos poderosos para conseguir clientes com a exclusão do ICMS da base de cálculo do Pis e da Cofins.
Tese do século, assim chamada a discussão envolvendo o ICMS que recebeu carinhosamente este apelido no meio jurídico como “tese do século”, tendo em vista seu potencial impacto sobre os cofres públicos e o caixa de companhias. No BLOG de hoje você vai saber 5 passos poderosíssimos para aplicar e conseguir fechar contratos com clientes ofertando a recuperação dos créditos de Pis e da Cofins. Resumo geral sobre exclusão do ICMS da base de cálculo do Pis e da Cofins. Em 15 de março de 2017 foi fixada a tese do século. Tema 69, de repercussão geral, foi julgado em seu mérito pela suprema corte do Supremo Tribunal Federal, que fixou então a seguinte tese: “O ICMS não compõe a base de cálculo para a incidência do PIS e da Cofins”. Diante dessa decisão, houve milhares de ações movidas no poder judiciário. Em 2019, após dois anos dessa decisão, foram cerca de 25 mil ações ajuizadas para excluir o ICMS da base de cálculo do Pis e da Cofins. E como houve reconhecimento de repercussão geral, então era causa ganha e muitas empresas aproveitaram para promover a ação e ganharam. O impacto disso foi cerca de bilhões de reais a serem restituídos aos contribuintes e essa era o medo da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional que apresentou recurso de embargos de declaração que estava pendente de julgamento. E no dia 13/05, foi devidamente concluído o julgamento da tese do século pelo STF reafirmando a exclusão do ICMS da base de cálculo do PIS e da Cofins. Dito isso, vamos agora aos cinco passos. O primeiro passo é buscar entender todos os detalhes referente a essa tese. Existe em nosso canal do YouTube muitas aulas que abordam o tema de forma teórica e prática e que você não precisa pagar para obter esse conhecimento. Ao final deixaremos um link com todas as aulas para você maratonar! O segundo passo é entender onde você pode pescar clientes para ofertar essa tese. A primeira dica é, saiba quais os potenciais clientes que você pode oferecer essa oportunidade, são elas: Empresas de regime tributário lucro real ou lucro presumido que tenham produtos com incidência de ICMS e Pis e Cofins. Depois que você encontrou potenciais clientes para ofertar o serviço, o terceiro passo é produzir conteúdos relacionados para eles abordando essa oportunidade que você está oferecendo. Você pode escrever um texto simples, com introdução, desenvolvimento e conclusão para publicar nas suas redes sociais. O LinkedIn é uma, se não a melhor rede social para começar a produzir conteúdo de valor para criar sua autoridade na área tributária. O Instagram também é uma ótima escolha para você produzir conteúdo, mas o foco de hoje será o LinkedIn. O seu texto precisa ser objetivo, claro e assertivo e aqui vai mais uma dica de estrutura para texto no LinkedIn: HEADLINE (título): Comece com um título que chame a atenção das pessoas. Como por exemplo: Título comum: Como aumentar sua produtividade em 20 minutos. Exemplo de título chamativo: Como aumentar poderosamente sua produtividade em 20 minutos. Um bom título desperta nas pessoas curiosidade e atrai elas para estarem lendo o seu texto, não esqueça disso! Introdução Não subestime a introdução do seu texto, ela precisa ser bem clara e existem algumas formas para você criar uma boa introdução. Você pode começar com uma pergunta, no nosso caso sobre a exclusão do ICMS da base de cálculo do Pis e da Cofins. Não esqueça, você precisa conectar com a pessoa que está lendo. Desenvolvimento em tópicos Deixe as informações mais claras para quem está lendo e você pode fazer isso da seguinte forma: Quebre o texto em parágrafos curtos; Use subtítulos; Use negrito, itálico, citações e outros estilos (mas cuidado para não poluir o texto); Incorpore outras mídias (imagens, vídeos, áudios, tweets, posts no Facebook e Instagram). Conclusão: Após produzir o seu texto, é necessário terminá-lo. E não é porque você se empenhou até agora que pode escrever qualquer coisa no final do seu texto, deixando aquela sensação de que faltou alguma coisa, como aquele filme que não conta bem o final da história. Por isso, não deixa de concluir bem o seu texto. Call-to-Action Depois do final do texto, é sempre recomendado utilizar uma chamada para ação (CTA) logo abaixo do seu texto. Isso porque, ao terminar a leitura, é indicado levar o leitor para outros conteúdos que você já produziu, assim gerando autoridade. O quarto passo é montar uma proposta de trabalho com base na tese de exclusão do ICMS da Base de Cálculo do Pis e da Cofins. Aqui você pode sistematizar todas as informações sobre essa tese que durou anos para ser finalmente julgada pelo STF para apresentar ao cliente, como por exemplo: Qual é a discussão que havia em torno dessa tese Como decidiu o Supremo Tribunal Federal; Quem se beneficiou dessa decisão; Quais os documentos para análise e levantamento de créditos; Argumentos para propositura do pedido administrativo; Vantagens de propor o pedido; Prazo para recebimento dos valores; Proposta para o cliente, valores e seu contato. Temos um roteiro completo disponível em nossa Comunidade Tributarista do Futuro, clique no link abaixo para conhecer e fazer sua inscrição. https://tributaristadofuturo.com.br/comunidade O último passo é ir para campo de batalha: a prospecção desses clientes. Recapitulando o que já vimos, em primeiro lugar é necessário entender completamente essa tese, o segundo passo é saber quais os clientes que você deve atacar, o terceiro é produção de conteúdo sobre o tema, o quarto é montar uma proposta de trabalho e por fim, prospectar. Entendendo com quem você está falando já uma vantagem para facilitar sua prospecção. Existem algumas técnicas de prospecção que você pode aplicar para buscar clientes e fechar contratos. Dependendo se você já tem uma carteira de clientes, é mais fácil, o que você precisa fazer é levar essa oportunidade ao cliente, ele já confia em você. Agora, se você não tem nenhuma carteira e está começando do zero, é necessário que saiba quem são os seus potenciais clientes e inicie um processo de prospecção. No passo 2, você já vai ter tido uma ideia de quem são os seus potenciais clientes, porém, liste todos os contatos que você já possui de empresários ou de pessoas do
Reforma tributária: o tributarista desaparecerá?
Reforma tributária é todo ajuste da legislação no que se relaciona a instituição, arrecadação, cobrança dos tributos. A Reforma Tributária brasileira, conforme o atual Ministro da Economia Paulo Guedes, não visa aumentar a carga de impostos e tributos pagos atualmente. Conforme explicado até então pelo ministro, o objetivo dessa reforma tributária é fazer um ajuste no que é pago hoje, a fim de estimular a atividade econômica e para gerar mais eficiência ao sistema de arrecadação. Mas você sabe o que está previsto nesse projeto e como a sua aprovação pode impactar a vida dos contribuintes? Será que o nosso país está realmente precisando de uma reforma tributária? E a figura do Tributarista vai deixar de existir? No BLOG de hoje, vamos responder essas e outras perguntas, reunindo tudo que você precisa saber sobre a reforma tributária. Boa leitura! O Brasil precisa mesmo de uma Reforma tributária? Sim! O nosso país ele precisa de uma alteração no atual sistema tributário, mas que possa visar retornar à população os altos valores pagos por impostos. De acordo com o Banco Mundial, uma empresa brasileira gasta cerca de 1.501 horas por ano para pagar todos os impostos, contra 256 horas na Colômbia e 139 horas na França, por exemplo. Já o site impostômetro aponta que, em 2020, foram necessários 151 dias de trabalho para honrar os débitos junto ao fisco. Ainda, o estudo mais recente do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) mostrou que todos os tributos somados representam mais de 41% do salário médio do brasileiro. Em um ranking com os 30 países que têm a maior carga tributária, o Brasil aparece em último lugar com o pior retorno dos valores arrecadados para serviços de qualidade que venham a gerar bem-estar à população. Só para você saber, às três posições nesse ranking são ocupadas pela Irlanda, Estados Unidos e Suíça, nessa ordem. Portanto, podemos concluir que sim, é necessária uma mudança no sistema tributário brasileiro, mas que vise melhorar a situação do país e não onerar ainda mais. O que muda com a Reforma Tributária? Antes de entrar no tema é valido te falar que hoje, a reforma tributária está sendo analisada e sendo entregue em fatias ao Senado para posterior aprovação. Isso significa que, ao invés de ser analisada por completo, a reforma tributária está sendo entregue conforme temas visando a simplificação e para não precisar alterar neste momento a Constituição Federal. Dito isso, a reforma tributária seria na verdade analisada através de duas principais propostas que estão em tramitação com características distintas e com impactos diferentes para as empresas: a PEC 45/19 e a PEC 110/19. A PEC 45/19, da Câmara dos Deputados. A proposta tem o objetivo de substituir cinco tributos por um só. A lista tem os seguintes impostos: IPI (federal) PIS (federal) Cofins (federal) ICMS (estadual) ISS (municipal) Pela proposta, todos eles dariam lugar ao Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). A base de cálculo do IBS seria uniforme em todo o Brasil, mas os estados e os municípios poderiam fixar alíquotas próprias. Além disso, a proposta prevê a incidência de um imposto seletivo federal sobre bens e serviços prejudiciais à população, como tabaco e bebidas alcóolicas. Essa fase da reforma tributária não prevê nenhum benefício fiscal. Por isso, o texto é considerado agressivo e tem sofrido resistências. No entanto, a sua implantação seria gradual e levaria até 50 anos para ser concluída. A PEC 110/19, do Senado Federal Assim como a PEC 45/19, essa proposta também prevê a substituição de impostos. Nesse caso, será criado um Imposto sobre Operações com Bens e Serviços (IBS) e nove tributos serão extintos: IPI PIS Cofins ICMS ISS IOF (federal) Pasep (federal) Salário-educação (federal) Cide-Combustíveis (federal). O IBS seria estadual e sua alíquota, fixada por Lei Complementar. Também seria seletivo – alguns bens e serviços poderiam ter alíquotas diferenciadas. A PEC 110/19 também contempla a extinção da CSLL, a transferência do ITCMD (estadual) para a competência federal e a ampliação da base de incidência do IPVA. Além disso, prevê benefícios fiscais para alimentos, medicamentos, transporte público, saneamento básico e educação infantil. A princípio, essa proposta seria a mais abrangente das três e sua transição se daria em 15 anos. A Reforma tributária 2021 sendo entregue em fases pelo Governo Como já foi dito, o governo resolveu analisar a reforma tributária de forma fatiada, colocando os temas e fazendo alterações significativas no que tange a serviços, consumo e renda. Até o presente momento, o governo já entrou o texto da primeira fase da reforma tributária trazendo mudanças consideráveis acerca dos impostos federais. O relatório apresentado tem a proposta de extinção de cinco tributos, sendo três federais (PIS, Cofins e IPI), um estadual (ICMS) e um municipal (ISS), para a criação do novo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). A segunda fase da reforma tributária fatiada foi entregue no último mês e trouxe mudanças no que tange ao Imposto de Renda para pessoas físicas, para empresas e investimentos. Confira as principais mudanças da segunda fase a reforma tributária: O que muda no IRPJ? Hoje a alíquota geral para as empresas do Imposto de Renda para Pessoa Jurídica (IRPJ) é de 15% de imposto e há um adicional de 10% para lucros acima de R$ 20 mil por mês. A proposta é que a alíquota do Imposto de Renda caia em 2 etapas. Primeiro, será reduzida para 12,5% em 2022. No ano seguinte, para 10%. O adicional de 10% para lucro acima de R$ 20 mil permanece. Outra mudança é que todas as empresas deverão apurar trimestralmente o IRPJ e CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido). O que muda no IRPF? Existem pessoas que são isentas de IR. Hoje quem ganha até R$ 1.903,98. A ideia do governo é atualizar a tabela do IR e beneficiar todos os contribuintes. Por isso, a faixa de isenção subirá para R$ 2,5 mil, o que faria com que mais de 5,6 milhões de pessoas fossem consideradas isentas. Além disso, as demais faixas de renda teriam reajuste do valor pago em IR, em um percentual que diminui conforme o ganho aumenta (ou seja, quando maior a renda, menos redução de imposto). Tributação de lucros/dividendos Hoje, desde 1996 os lucros e dividendos da bolsa de valores são
Consultoria em análise de mercado com base em dados tributários como necessidade das empresas.
Fizemos recentemente alguns textos abordando sobre os quatro serviços de alto valor agregado do Tributarista de Inteligência de Negócios, se você não conferiu ainda iremos deixar o link ao final para você ler! A razão para isso é simples, aqui se encontra o grande e atual filé mignon que diferencia o Tributarista de Inteligência de Negócios dos demais na área tributária. Inteligência de mercado, inteligência de negócios, você com toda certeza já ouviu alguém falar sobre isso, mas ante de te falar sobre esse serviço, é necessário que você entenda o conceito de inteligência de negócios. O que é inteligência de negócios? Segundo o Wikipédia: “Inteligência de negócios (ou Business Intelligence, em inglês) refere-se ao processo de coleta, organização, análise,compartilhamento e monitoramento de informações que oferecem suporte a gestão de negócios. É um conjunto de técnicas e ferramentas para auxiliar na transformação de dados brutos em informações significativas e úteis a fim de analisar o negócio”. Em outras palavras, podemos dizer que inteligência de negócios é a coleta de dados estratégicos para classificá-los e transformá-los em inteligência para tomada de decisão. Atualmente a maior parte das informações estratégicas estão agrupadas em dados tributários. Esses dados são extraídos do conjunto de obrigações acessórias que as em presas, em geral, são obrigadas a prestar para o fisco. Chamamos esse conjunto de dados de “Big Data Tributário”. Hoje o IBPT tem o privilégio de concentrar o maior “Big Data Tributário” do país, pois ele fica coletando dados públicos de notas fiscais e dados das empresas que são concentrados no Empresômetro. Foi com as consultorias em análise de mercado com base em informações tributárias que o IBPT efetivamente conseguiu unir a tributação à inteligência de negócios. O que é esse serviço, e para quem podemos prestar? A consultoria de mercado com base em dados tributários é um dos serviços de alto valor que o Tributarista de Inteligência de Negócios oferece aos seus clientes. Essas consultorias, normalmente, são fechadas com o departamento de marketing ou de inteligência de mercado de médias e grandes empresas. E esses clientes nos procuram ou nos contratam normalmente quando sentem que precisam aumentar sua participação no mercado seja pelo lançamento de um novo produto/ serviço ou seja por abrir novas unidades ou por ampliar sua rede por meio de novas formas contratuais (distribuição e franquia, por exemplo). Como são coletados esses dados? As consultorias são feitas tendo como base dados tributários públicos e privados e aqui utilizamos Portais da Transparência e pedidos via Lei de Acesso à Informação, sobretudo. Esses dados são captados, armazenados, processados e agrupados e temos alguma informação, dessa informação nós temos um conhecimento e do conhecimento conseguimos agir estrategicamente. Quanto se ganha prestando esse serviço? Como realmente é algo que quase ninguém oferta no mercado, os honorários, consequentemente, são elevados e, claro, é necessário ter uma equipe. Os honorários para prestação deste serviço variam de R$9.000 à R$88 mil mensais. Mas aqui entra a magia deste serviço. Sabe o que é? Crescimento exponencial de empresas. Imaginem que, com o acesso a tantos dados tributários e sabendo como extrair inteligência desses dados, você, como tributarista diamante, vai conseguir ajudar seus clientes a crescer exponencialmente! E isso é o que as empresas querem! Agora, veja alguns dos benefícios da inteligência de mercado para os clientes: 1- Superar a concorrência: Uma vez que essa metodologia auxilia no mapeamento do seu segmento de atuação, fica fácil analisar a concorrência e entender seu comportamento. Assim, sua empresa consegue identificar oportunidades, tendências, setores e regiões saturadas ou mais receptivos à sua oferta. Seus concorrentes têm muito a dizer sobre a realidade do mercado e te levam a uma compreensão mais certeira das falhas, carências e necessidades do segmento, estimulando, principalmente, ações mais competitivas e produtos e serviços inovadores. Esta visão analítica também potencializa insights estratégicos e indica os desejos e anseios do seu público-alvo, permitindo que o seu negócio se destaque na multidão. 2- Conquistar clientes: O conhecimento mercadológico te ajuda a desenvolver uma visão mais abrangente sobre o seu público-alvo, te conduzindo a clientes mais aderentes e qualificados. Essa ação, além de aumentar a atratividade do seu negócio, também contribui para a fidelização de clientes. Quando conhecemos o perfil e o potencial de possíveis compradores, conseguimos construir estratégias mais impactantes e cativantes, não é mesmo? E a inteligência de mercado confere a precisão necessária para o seu negócio mirar no alvo certo e entregar aquilo que os seus clientes esperam receber. 3- Encantar o mercado: Esta metodologia também é fundamental para que possamos estabelecer diálogos mais próximos e arrebatadores, conquistando o mercado. Os dados e informações são insumos importantes para fortalecer sua proposta de valor, desenvolvendo argumentos comerciais mais atrativos e relacionamentos mais sólidos. Este conhecimento ajuda o seu negócio a estreitar laços e atender clientes de forma eficiente e personalizada. 4- Aumentar o faturamento: Quando trabalhamos com inteligência de mercado, conquistamos informações valiosas para tomar decisões seguras, rápidas e estratégicas. Para um departamento comercial, isso significa atrair mais clientes e alavancar as vendas! Ou seja, ao investir em informações para desenvolver estratégias inteligentes, o faturamento da sua empresa aumenta e alcança um desempenho mais consistente. 5- Diminuir riscos: O conhecimento é a chave para a antecipação de cenários, prevenção de riscos e adaptação a mudanças. Ao entender o contexto atual, seu negócio ganha a habilidade de responder a transformações com agilidade e resiliência, tomando decisões mais inteligentes e inovadoras. Consultoria em análise de mercado com base em dados tributários como necessidade das empresas. Podemos concluir com tudo que foi dito que esse serviço é fundamental para as empresas, pois, o objetivo dele é muito maior do que apenas conseguir recuperar créditos tributários. É crescimento exponencial, é dobrar o faturamento, é alavancar vendas e potencializar estratégias de diversas áreas de uma empresa. Como eu posso aprender o passo a passo para prestar este serviço, na prática? As vagas para o curso de Formação de Tributarista do Futuro foram esgotadas no dia 16/04 e no curso é explicado detalhadamente como prestar esses serviços na prática. Através da metodologia única, que te forma absolutamente do 0, você vai aprender esses serviços de forma aprofundada
Estudos de radiografia tributária como necessidade para empresas.
O IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário) se consagrou como o único instituto a realizar estudos de radiografia tributária. No blog de hoje, você vai entender o que é um estudo de radiografia tributária, quem solicita este serviço, o motivo de empresas, entidades e setores solicitarem, o objetivo deste estudo, importância do IBPT na prestação deste serviço, como é realizado o levantamento de informações e algumas dicas para você mesmo realizar um. O que é um estudo de radiografia tributária? Podemos definir como um trabalho imersivo e assertivo sobre o cenário real em que uma empresa ou setor estão inseridos visando identificar meios legais para aumentar a lucratividade e redução da carga tributária de quem solicita. Quem solicita um serviço de radiografia tributária? Empresas de todos os portes: Confederações: Federações: Sindicatos: Associações. Quais os motivos para solicitar um estudo de radiografia tributária? São diversas as utilizações para algum setor solicitar um estudo de radiografia tributária, que vão desde o posicionamento da empresa ou setor no mercado brasileiro e internacional. A preocupação da questão econômica ou tributárias dos produtos, mercadorias ou serviços abrangidos pela atividade. O estudo pode ser um documento muito importante para atividades do setor, no sentido de apresentação para autoridades legislativas, ou executivas com o pleito de condições de melhorias que visem a maximizar os resultados almejados para quem solicita o estudo. Qual o objetivo principal de um estudo de radiografia tributária? O objetivo principal deste estudo é permitir que a empresa, ou setor que solicita, tenha o conhecimento da real carga tributária que incide sobre essa atividade, podendo, inclusive, fazer uma análise em relação aos demais setores da economia nacional. Vale ressaltar que esse é um objetivo, mas, o IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação), já realizou alguns estudos para identificar, por exemplo, os reflexos da possível mudança no cálculo do PIS e COFINS com a sua unificação e os riscos de aumento da carga tributária às empresas conforme os CNAES previamente indicados pela contratante. Importância do IBPT na prestação deste serviço. Como já foi dito, o IBPT realiza diversos estudos tributários para analisar e comparar a carga tributária no Brasil visando de forma transparente com base em dados tributários incentivar o contribuinte a estar em conformidade com a legislação e apresentando formas de reduzir essa alta carga tributária. Você pode acessar agora o link e conhecer alguns dos estudos mais conhecidos do IBPT: Link: https://ibpt.com.br/estudos/ Certo, já entendi tudo sobre o estudo de radiografia tributária, mas a , como é feito o levantamento de dados? Os estudos de radiografia tributária realizadas pelo IBPT tem como base dados tributários, inteligência de mercado e carga tributária anual dos impostos. O grande diferencial deste estudo é, esses dados tributários são transformados em inteligência e, com isso, torna possível atender os objetivos de quem solicita. A obtenção dos dados que possibilitam o IBPT a realizar esse estudo são feitos através de fontes de pesquisas públicas privadas e também, para dados mais específicos, as informações são solicitadas mediante a Lei de Acesso à Informação. 5 dicas poderosas para montar um estudo de radiografia tributária. Primeira dica: Verifique e reúna todas as informações do setor que será objeto do estudo, como por exemplo (obrigações acessórias, desempenho econômico etc).É fundamental que você consiga esses dados que são altamente importantes para o seu estudo. Segunda dica: Saiba quais as melhores fontes de pesquisa para obter os dados tributários para analisar e montar o seu estudo. Exemplos de fontes: SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL; SECRETARIAS DE FAZENDAS DOS ESTADOS; PREFEITURAS DE MUNICÍPIOS; Vale ressaltar os dados que podem ser obtidos mediante lei de acesso à informação. Terceira dica: Entenda a tributação do setor que você está analisando. Faça uma análise de toda a sistemática de incidência dos tributos federais, estaduais e municipais, levando em consideração os regimes tributários em que temos hoje no Brasil. Neste caso, você pode separar toda a arrecadação tributária do setor por partes. Exemplo, a tributação de determinado setor ao nível federal, estadual e municipal para facilitar o entendimento. Quarta dica: Tenha muito bem definido o objetivo principal do seu estudo de radiografia tributária. Exemplo, quero analisar o setor de farmácias da minha região, qual será o objetivo do meu estudo? Exemplos de objetivos que para você pensar: Como aumentar a competitividade deste setor considerando alguma mudança no que se refere a legislação tributária? Como evitar um prejuízo imenso de uma empresa, ou setor, em virtude de uma nova mudança legislativa que afete completamente este setor? Portanto, tenha muito bem definido o objetivo do seu estudo, isso ajudará você focar no que realmente é necessário. Quinta dica: Coloque a mão na massa! Uma grande oportunidade para realizar um estudo de radiografia tributária é a reforma tributária. Qual será o seu impacto em um determinado setor? Se você tem interesse em saber mais sobre esses serviços, no blog do IBPT você pode ler notícias, matérias e muito mais! Acesse pelo site: https://ibpt.com.br/blog/ Radiografia tributária como necessidade das empresas. Com um estudo de radiografia tributária é possível identificar oportunidades para melhorar e performar a situação dos negócios de empresas, entidades, pois, é analisado de forma detalhada o panorama do cenário econômico o qual as empresas estão inseridas e em plena atuação. Esse estudo fornece informações valiosas que permitem que empresas cresçam exponencialmente no mercado. Como eu posso aprender o passo a passo para prestar este serviço, na prática? As vagas para o curso de Formação de Tributarista do Futuro foram esgotadas no dia 16/04 e no curso é explicado detalhadamente como prestar esses serviços na prática. Através da metodologia única, que te forma absolutamente do 0, você vai aprender esses serviços de forma aprofundada e melhor, a como precificar honorários de cada um deles e ofertar para seus clientes. Você, acadêmico de direito/contábeis, contador, advogado, administrador e outros profissionais da área tributária, que, queiram decolar sua carreira e se tornar um profissional que transforma as complexidades da tributação em oportunidade para os seus clientes, venha fazer parte da lista de espera e seja avisado com prioridade quando estiver aberta as inscrições para a nova turma do curso. Não perca essa chance! CLIQUE AQUI PARA SE CADASTRAR NA LISTA DE ESPERA DO CURSO
O compliance como necessidade das empresas
Você tem dúvidas sobre Compliance Tributário? No blog de hoje você vai entender um pouco sobre o assunto. Segundo último estudo do IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação), desde 5 de outubro de 1988 (data da promulgação da atual Constituição Federal), até agora (base 28/09/2020), foram editadas 6.475.682 (seis milhões, quatrocentos e setenta e cinco mil, seiscentos e oitenta e duas) normas que regem a vida dos cidadãos brasileiros. Isto representa, em média, 554 normas editadas diariamente ou 800 normas editadas por dia útil. Vendo esses números, você pode afirmar, com 100% de certeza, que a sua empresa está totalmente em dia no que diz respeito às suas obrigações fiscais? Se a resposta for “sim” você tem Compliance Tributário na sua empresa. Se a resposta for “não”, está na hora de considerar a implantação de programas de compliance na sua empresa, principalmente na área tributária. O que é Compliance Tributário? O termo “compliance” tem origem no verbo inglês “to comply”. Significa, em tradução livre, “agir conforme as regras”. Quando trazemos esse termo para o âmbito tributário, isso quer dizer estar em conformidade tributária, ou seja, estar de maneira regular com o fisco, cumprindo todas as obrigações principais e acessórias, que em tese, são: Demonstrativos financeiros, declarações fiscais, emissão de nota fiscal, física ou digital, e visto que você está em conformidade com tudo isso, você está em compliance. E, quando falamos em compliance de uma maneira geral, isso engloba toda e qualquer obrigação interna (no caso de haver normas próprias) e externas, incluindo, neste universo, toda sorte de leis ordinárias, complementares, decretos-leis, instruções normativas, resoluções, portarias, para nomear apenas alguns. Ou seja, neste caso, a empresa adota uma série de processos, rotinas e ações internas para se certificar de que está cumprindo fielmente seu papel de contribuinte. Governança e Compliance Tributário Os conceitos podem ser parecidos, mas, na prática, é totalmente diferente. Acesse esse link aqui em baixo para entender o que é governança tributária e sua diferença com compliance. Projeto Confia da Receita Federal Está em gestação pela Receita Federal e por grandes contribuintes um projeto que pode reduzir um dos maiores males do ambiente de negócios no Brasil: a incerteza sobre o pagamento de tributos. Inspirado em modelos internacionais e diretrizes da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o programa tem como foco abrir canais de diálogo entre o Fisco e as empresas para reduzir litígios e custos com fiscalizações. Não é pouca coisa. O Brasil possui hoje R$ 5,4 trilhões em disputas entre os contribuintes e a Receita Federal, de acordo com estudo do Insper. O montante equivale a 75% do PIB. O país também ocupa o topo do ranking no tempo gasto para cumprir obrigações acessórias, ou seja, para pagar tributos. São 1.500 horas por ano, muito acima da média mundial de 233 horas, segundo o Banco Mundial. O nome do programa — Confia — não poderia ser mais propício para restaurar uma relação marcada por conflitos. Trata-se de um programa de conformidade cooperativa fiscal, de adesão voluntária pelas empresas. “A ideia do Fisco como polícia e do contribuinte como ladrão cria prejuízos para todos. O objetivo é quebrar esse paradigma”, afirma a advogada Luciana Aguiar, representante da Associação Brasileira das Companhias Abertas (Abrasca) no Confia. A entidade reúne empresas com 85% do valor de mercado da B3. A expectativa é que as diretrizes do programa sejam estruturadas neste ano para, no início de 2022, começar um piloto com um grupo pequeno de empresas. Depois dessa etapa, o programa será implementado pela Receita, ampliado e aprimorado ao longo do tempo. Fonte: Receita Federal e empresas elaboram projeto Confia | Brasil | Valor Econômico Confira a apresentação realizada pela Receita Federal sobre o projeto CONFIA! Enxergue o projeto como oportunidade e saia na frente de muitos! Nós falávamos bastante sobre governança tributária lá em 2004 e hoje com o projeto confia da receita federal com as empresas podemos ver que tudo que fizemos não foi em vão. Na medida que a tecnologia avança, o mercado muda, as empresas precisarão contar com profissionais diamantes para orientar na tomada de decisões estratégicas e principalmente, para garantir conformidade com as obrigações tributárias. O Projeto Confia é um reflexo disso. E você vai ficar esperando ou vai agir? Caso você queira entender melhor tudo sobre esse projeto que foi um marco para o time do IBPT e saber mais sobre a importância de se estar em compliance, acesse agora este vídeo em que a nossa Ceo, Dra. Letícia Amaral explica detalhadamente o assunto. O compliance gerando negócios O Compliance tributário como já vimos nada mais é do que está em conformidade. Quando trazemos para a realidade tributária, é estar em conformidade com as normas tributárias. Segundo estudos, empresas que possuem programas de compliance em seu negócio conseguiram superar a pandemia do corona vírus por boas práticas de compliance. Hoje em dia existem profissionais que trabalham prestando serviços de compliance para as empresas e conseguem se tornar profissionais desejados no mercado. Estar em compliance não é complicado, é sinônimo de crescimento, competitividade e lucratividade para empresas que adotam essas medidas. Quer ir mais além e aprender na prática como prestar serviço de compliance para as empresas? Nós temos um módulo exclusivo em que tratamos de TUDO o que você precisa saber para prestar compliance tributário para as empresas. Não fique de fora da próxima turma do curso de Formação de Tributarista do Futuro, garanta sua vaga se inscrevendo na lista de espera para a sexta turma, clicando no botão abaixo.
Planejamento tributário como necessidade das empresas
Planejamento Tributário, esse serviço é muitas vezes negligenciado ou até mesmo desconhecido por muitas empresas. A realidade é que o planejamento tributário é uma fonte inesgotável de oportunidades para sua empresa reduzir custos e ampliar seus resultados. No BLOG de hoje você vai saber o motivo do serviço de planejamento tributário ser de alto valor agregado. Primeiramente, o que é e qual o objetivo do planejamento tributário? Planejamento Tributário é uma forma legal que se encontra em conformidade com a legislação para reduzir a carga tributária imposta à pessoa jurídica O planejamento tributário visa a economia de impostos, conforme o próprio nome já diz. Eu faço um planejamento tributário com base na lei, para definir, por exemplo, qual o melhor regime tributário a ser optado pela empresa do meu cliente. Atualmente, temos três regimes tributários, que são eles; Lucro real Lucro presumido ou arbitrado. Simples Nacional E cada um deles possui suas vantagens e desvantagens. Contudo, é preciso ficar atento para não utilizar meios ilícitos para prestar um planejamento tributário que pode prejudicar o seu cliente. Portanto, o planejamento tributário só vai estar em conformidade se as providências para minimizar, ou para evitar os custos tributários antecederem a ocorrência do fato gerador da obrigação tributária. Em outras palavras, após ocorrido o fato gerador, não tem para onde fugir o melhor é efetuar o pagamento do imposto, e caso, exista algum erro tomar as providências cabíveis para restituição, ou, compensação do crédito tributário. Quais as categorias de Planejamento Tributário? É necessário eu te falar que o Planejamento Tributário não é exclusividade das grandes empresas. Isto é, as empresas de médio e pequeno porte definitivamente devem se valer do planejamento tributário para reduzir e economizar com impostos. Entretanto, o que muda, na verdade, é a forma em que o planejamento tributário será aplicado a essas empresas, pois, cada uma possui a sua realidade. Vamos ver agora, alguns tipos de planejamento tributário que você pode prestar para clientes. Planejamento Tributário Especial O planejamento tributário especial está relacionado com a mudança de algumas características estratégicas da empresa, tais como: estrutura de capital, localização geográfica, contratação de mão de obra, terceirização de determinadas operações, entre outras. Planejamento Tributário Preventivo O planejamento tributário preventivo, desenvolve-se continuamente através de orientações, manuais de procedimentos, reuniões e abrange principalmente as atividades de cumprimento da legislação tributária nas obrigações principais e acessórias. Planejamento Tributário Corretivo O planejamento tributário corretivo, é prestado quando é detectada determinada anormalidade, procede-se ao estudo e indica-se alternativas de correção da anomalia. Exemplo prático de planejamento tributário: O principal exemplo de planejamento tributário é utilizar-se de benefícios e incentivos fiscais para minorar o custo tributário empresarial. Ora, estando previsto na legislação vigente determinada benesse fiscal, o contribuinte pode submeter-se a fim de reduzir o valor do tributo incidente. Esta é uma ação perfeitamente legal e permitida, não estando o contribuinte sujeito a fiscalizações ou autuações por pagamento a menor daquele tributo. Planejamento tributário: elisão e evasão fiscal Apesar de o nome ser bem-parecido e o seu objetivo ser igual: reduzir impostos, elas são definitivamente diferentes. A elisão fiscal é uma forma segura e legal de economia legal dos tributos devidos pela empresa. Já a evasão fiscal é uma forma ilícita utilizada por muitos para evitar o pagamento dos tributos. Planejamento tributário como uma necessidade empresarial Hoje a economia legal deixou de ser uma mera opção ao contribuinte. Principalmente no Brasil, ela é uma necessidade empresarial. Sendo o custo tributário elemento principal na composição do preço final de qualquer produto ou serviço, compete ao bom empresário reduzi-lo ao máximo, possibilitando maior competitividade. Com a globalização da economia e consequente entrada de produtos estrangeiros no mercado nacional, a empresa deve se alertar para o planejamento tributário como uma questão de sobrevivência. Porque o planejamento tributário é um serviço de alto valor agregado? O planejamento tributário ajuda a empresa a reduzir a carga de impostos e permite que ela se torne extremamente competitiva, pratique preços mais baixos e faça maiores investimentos. Todavia, devemos enxergar aqui o serviço de planejamento tributário com outros olhos, com propósito negocial. Que nada mais é do que ir além da redução da carga tributária. Um bom planejamento tributário envolve todas as áreas da empresa, mas não basta apenas a busca incessante pela economia de tributos sem que os atos sejam justificados com coerência com a utilização correta do propósito negocial. Quer ir mais além e aprender na prática como prestar planejamento tributário? Nós temos um módulo exclusivo em que tratamos de TUDO o que você precisa saber para prestar planejamento tributário as empresas. Não fique de fora da próxima turma do curso de Formação de Tributarista do Futuro, garanta sua vaga se inscrevendo na lista de espera para a sexta turma, clicando no botão abaixo. Referências https://lucaseta.jusbrasil.com.br/artigos/578061893/a-importancia-do-proposito-negocial-no-planejamento-tributario https://www.treasy.com.br/blog/planejamento-tributario/
Tese do século: algumas perguntas que surgem
Tese do século, assim chamada a discussão envolvendo o ICMS que recebeu carinhosamente este apelido no meio jurídico como “tese do século”, tendo em vista seu potencial impacto sobre os cofres públicos e o caixa de companhias. Em 2017, o Supremo Tribunal Federal decidiu pela retirada do ICMS da base de cálculo do PIS/Cofins. Contudo, ainda estava pendente de análise pela Corte o recurso de embargos de declaração da União quanto a modulação dos efeitos da decisão de inconstitucionalidade e qual ICMS a ser retirado da base de cálculo do PIS/Cofins. No último dia 13/05, o plenário do STF finalizou o julgamento em que decidiu que o ICMS a ser retirado da base de cálculo do Pis e Cofins é o destacado na nota fiscal e também modulou os efeitos da decisão a modulação a partir de 15/3/17, quando foi fixada a tese sobre o tema. Portanto, todos os contribuintes podem se beneficiar da decisão a partir do dia 15/03/2017. Essa foi a decisão do Supremo sobre a tese do século. Todavia, por que ainda eu vejo diariamente notícias sobre esse tema? Pelo fato dos impactos gerados através da modulação final dos efeitos da decisão. No BLOG de hoje, iremos te responder algumas perguntas que surgem em relação à tese do século. Afinal, qual é essa tese do século, o que foi fixado? Em 15 de março de 2017 foi fixada a tese do século. Tema 69, de repercussão geral, foi julgado em seu mérito pela suprema corte do Supremo Tribunal Federal, que fixou então a seguinte tese: “O ICMS não compõe a base de cálculo para a incidência do PIS e da Cofins”. Por que se chama tese do século? Diante dessa decisão, houve milhares de ações movidas no poder judiciário. Em 2019, após dois anos dessa decisão, foram cerca de 25 mil ações ajuizadas para excluir o ICMS da base de cálculo do Pis e da Cofins. E como houve reconhecimento de repercussão geral, então era causa ganha e muitas empresas aproveitaram para promover a ação e ganharam. O impacto disso foi cerca de bilhões de reais a serem restituídos aos contribuintes e essa era o medo da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional que apresentou recurso de embargos de declaração que estava pendente de julgamento. E no último dia 13/05, foi devidamente concluído o julgamento da tese do século pelo STF reafirmando a exclusão do ICMS da base de cálculo do PIS e da Cofins. Quais empresas podem buscar esta recuperação de créditos em relação à tese do século? Empresas de regime tributário lucro real ou lucro presumido que tenham produtos com incidência de ICMS e Pis e Cofins. Empresas que ainda não ingressaram com o pedido da tese do século, podem buscar a restituição? Sim, mas só poderão requerer a restituição dos valores pagos a partir de 15/03/2017, conforme a modulação da decisão pelo STF. Qual é o ICMS a ser excluído da base de cálculo? Os ministros do Supremo Tribunal Federal entenderam pela exclusão do ICMS destacado na nota fiscal e não o ICMS recolhido. Qual o nível de segurança para entrar com a tese do século? A tese já foi julgada e modulada pelo STF, então o nível é altíssimo. Quais os documentos necessários para elaboração dos cálculos para gerar crédito para propositura da tese do século? Livros de entrada e saída de ICMS; GIAS; SPED; DCTFS; Documentos constitutivos da empresa, como contrato social consolidado, ou constituição e alterações Somente com uma ação judicial eu posso recuperar créditos dessa tese do século? Não, há dois caminhos que você pode seguir, o administrativo e o judicial. No caso, a primeira opção depende um pouco mais do perfil do cliente. Qual o impacto do julgamento da tese do século para contribuintes que obtiveram decisões transitadas em julgados reconhecendo a inconstitucionalidade da inclusão do ICMS na base de cálculo do PIS e da COFINS? A regra firmada pelo Supremo, limita a restituição do crédito até à data do reconhecimento da inconstitucionalidade (15/03/2017), para aqueles que não ajuizaram ações ainda. Mas se eu tenho uma sentença transitada em julgado que reconheceu a inconstitucionalidade do ICMS na base de cálculo do Pis e Cofins, inclusive para períodos anteriores à data de ajuizamento da ação, é perfeitamente possível que eu recupere os valores normalmente, devido ao entendimento firmado pelo STF, que diz: “Não cabe ação rescisória quando o julgado estiver em harmonia com o entendimento firmado pelo Plenário do Supremo à época da formalização do acórdão rescindendo, ainda que ocorra posterior superação do precedente”.[-] A empresa chama a atenção do leão se entrar com a tese do século? Primeiramente, a Receita Federal é um dos órgãos do governo que melhor funciona, destaca-se que o fisco federal possui um grande bigdata de informações que são cruzadas e alimentada por diversas fontes. Como, por exemplo, as movimentações financeiras dos contribuintes, assim entendidas as bancárias, em financiadoras, com cartões de crédito etc. Deste modo, o leão a todo tempo está monitorando e fiscalizando as pessoas físicas e jurídicas. E a razão de não serem notificadas, são duas possibilidades: a empresa está em conformidade com suas obrigações, ou, existe algum em erro que não está no foco do leão no momento. Entretanto, o empresário não deve ter medo de buscar seus direitos, em especial ao que tange a devolução de impostos pagos indevidamente. Eu preciso entrar com a tese do século através da via judicial? Não, a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional já sinalizou a desnecessidade dos contribuintes entrarem com ação judicial para recuperar créditos de Pis e Cofins. E isso foi é confirmado através do Parecer 7698/2021 da PGFN, com o intuito de iniciar a adequação, normativa e procedimental, para cumprimento da tese fixada no julgamento do STF. Agora, eu quero que você assista esse vídeo para entender COMO fazer para reaver créditos na via administrativa. Se você gostou, não deixe de comentar e se inscrever em nosso canal do Youtube. Siga nas redes sociais @ibpt.educacao e @tributaristadofuturo Conteúdo novo todos os dias!
Tributação do Futuro e Tributarista do Futuro.
O Tributarista do Futuro é o profissional que alinha ao seu conhecimento técnico tributário, outras habilidades que são fundamentais para conseguir se tornar um profissional valorizado e estratégico. A Tributação do Futuro, na prática, não temos respostas de como será. Pois, são grandes as dúvidas levantadas e ainda é objeto de muito debate. Todavia, já vivemos na Era Digital, da Revolução 4.0, e a tecnologia também é outro componente que praticamente acorda e vai dormir conosco. A Era Digital marca uma (r)evolução na forma em que os negócios devem ser conduzidos. E isso se reflete também no profissional que irá conduzir ou assessorar esses novos negócios. No “blog” de hoje você vai entender como o Tributarista do Futuro consegue se destacar e estar mais preparado para uma análise mais profunda acerca dos reflexos da economia digital no Brasil. Por que sempre utilizamos a terminologia “Tributarista do Futuro”? Nós do IBPT – Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação há mais de duas décadas estudamos o sistema tributário nacional e, desde 2011, passamos a incluir a tecnologia como ferramenta essencial para trazer mais lucratividade às empresas. Ademais, a grande parte de dados tributários encontra-se no mundo virtual, espalhada em um big data fiscal, que é o nome que se dá ao enorme conjunto de dados tributários disponíveis em nuvem: notas fiscais eletrônicas e todos os módulos ou blocos do SPED (Sistema de Processamento Eletrônico de Dados), dentre eles o e-Social e os EFD (Escrituração Fiscal Digital). Com isso, saber agir e manipular estrategicamente esses dados exige conhecimento específico, não apenas de conhecimento técnico tributário, mas igualmente de questões de tecnologia, tecnologia da informação e inteligência de mercado. Portanto, isso é fundamental para transformar a complexidade da área tributária em estratégia para os clientes. Dessa forma, o profissional que detém tais competências vale mais do que um diamante atualmente e tende a ser cada mais procurado pelas empresas. Esse profissional é chamado de Tributarista do Futuro. Como se tornar um Tributarista do Futuro? O instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação conta com os maiores Tributaristas do país e é o instituto de maior renome na área tributária. Todas as habilidades necessárias para uma pessoa, que pode estar começando agora, mas deseja se tornar esse profissional que será cada vez mais requisitado pelas empresas está sistematizada dentro de 17 módulos, com mais de 210 aulas, com cerca de 180 horas de carga horária. Com esse objetivo, reunimos tudo que você precisa saber para ser um Tributarista estratégico. Saiba mais clicando no botão abaixo. Inscreva-se na lista de espera do curso de Formação de Tributarista do Futuro A Tributação do Futuro – Chegou! Não é novidade para todos que a tecnologia, sociedade e a indústria estão em constante avanço. E esses avanços trouxeram novas formas de se fazer negócios. A sociedade em geral já vive as inovações trazidas pela digitalização dos negócios. Qualquer pessoa hoje já possui um celular e acesso à “internet”. Com isso em mãos, essa pessoa consegue montar um infoproduto e faturar milhões através da “internet”. Neste caso, são vários os questionamentos e hipóteses em relação à tributação das novas tecnologias, mas, agora precisamos parar e refletir na seguinte questão: será que o nosso sistema tributário hoje, está preparado para se adequar a essa economia digital? A resposta para essa pergunta é sem dúvidas não. Fazendo uma análise do nosso sistema tributário nacional, podemos perceber que definitivamente não. O sistema tributário brasileiro não está preparado para receber todas as inovações trazidas pela economia digital, pois, trata-se de um sistema arcaico, complexo e caro. E ainda, o debate que gira em torno sobre essas questões no Brasil ainda é muito acadêmico, em outros países essa temática já atingiu proporções maiores. Nem mesmo as propostas de Reforma Tributária tornarão o sistema alinhado com a economia digital. Talvez hoje ninguém saiba ao certo como serão cobrados impostos no futuro não muito distante. A única certeza é que nada mais será exatamente igual ao atual sistema tributário. Todavia, pensando em todas essas questões na tentativa de colaborar para a reforma tributária, foi lançada uma obra coletiva, denominada “Tributação 4.0”, para inaugurar a série de livros IDP publicados pela Editora Almedina, a pedido do ministro Gilmar Mendes, coordenador técnico daquele instituto (e autor do prefácio). O livro não traz respostas, mas questionamentos que induzem a reflexões e incitam o debate. A obra nasceu do projeto “Governance 4.0” (http://governance40.com/sobre/), que une diversas instituições — IDP, FDUL, FGV e USP — para repensar instrumentos, públicos e governamentais, de modo a se adaptarem e a responderem às transformações disparadas pela chamada revolução digital. A obra “Tributação 4.0”, com quase 30 autores, ocupa, em verdade, espaço de fomento, como exposto pelas autoridades que assistiram no lançamento e está disponível para compra em todas as livrarias e também pela Amazon. Diante disso, o livro foi objeto de análise pela nossa Ceo, Dra. Letícia Amaral na última terça-feira desse mês, caso você queira assistir tudo sobre este tema e entender melhor sobre o que estamos vivenciando hoje acerca da Tributação 4.0, confira o link abaixo: https://youtu.be/4rZhIcOK358 Tributarista do Futuro e Tributação do Futuro: Yin- Yang! Estamos sempre batendo nessa tecla sobre esse profissional do futuro e grandes são os desafios que estão por vir em relação à tributação da economia digital no Brasil. Em meio a escuridão de como será, o Tributarista do Futuro será a luz para as empresas! A verdade é que o Tributarista do Futuro será o profissional que as empresas, procurarão para assessorar e planejar o seu negócio digital. Assim, surgirão novas oportunidades de negócio, mas como prestaremos serviços tributários para esses clientes? Vale ressaltar que, sob o argumento de estouro de prazo, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, extinguiu a comissão especial da Casa que analisava a Reforma Tributária. Segundo ele, os trabalhos da comissão expiraram há um ano e meio, e o encerramento