Impacto da inteligência artificial no planejamento tributário IA e planejamento tributário: uma nova era – Caroline Gama

RESUMO:  Este artigo visa aprofundar a discussão sobre as dinâmicas emergentes no uso da IA no planejamento tributário, destacando as oportunidades e os desafios que essa tecnologia apresenta, além de fornecer uma análise detalhada das implicações legais e éticas associadas. PALAVRAS-CHAVE: PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO, REDUÇÃO, TECNOLOGIA INTRODUÇÃO  A Inteligência Artificial (IA) tem revolucionado diversos setores da economia, e o campo tributário não é exceção. Com o avanço tecnológico, as práticas de planejamento tributário têm se transformado, oferecendo novas oportunidades e desafios para empresas e governos. Nos últimos anos, a Inteligência Artificial (IA) emergiu como uma força transformadora em diversos setores. À medida que as empresas buscam otimizar suas operações e maximizar a eficiência, a IA se apresenta como uma aliada poderosa no planejamento tributário. Este fenômeno não apenas redefine a forma como as organizações abordam suas obrigações fiscais, mas também influencia profundamente a maneira como governos e autoridades fiscais monitoram e regulam o cumprimento tributário. A incorporação da IA no planejamento tributário traz à tona uma série de aspectos fundamentais e atuais. Primeiramente, a capacidade da IA de processar e analisar grandes volumes de dados em tempo real permite uma tomada de decisão mais informada e ágil. Nesse sentido, em um ambiente econômico global cada vez mais complexo e interconectado, essa agilidade é essencial para que as empresas se mantenham competitivas e em conformidade com regulamentações que estão em constante evolução. Além disso, a IA oferece ferramentas avançadas de análise, que auxiliam as empresas a antecipar mudanças regulatórias e econômicas, ajustando suas estratégias fiscais de forma proativa. Outro aspecto crucial é a melhoria na compliance fiscal. Com a ajuda de algoritmos sofisticados, as empresas podem não apenas identificar e corrigir inconsistências em seus registros fiscais, mas também prevenir fraudes e minimizar riscos de auditorias e penalidades, além de identificar padrões e anomalias que poderiam passar despercebidos em análises manuais. No entanto, essa transformação digital traz desafios significativos, como questões de privacidade de dados e a necessidade de garantir a transparência e ética no uso de tecnologias automatizadas. Neste contexto, o papel da IA no planejamento tributário se torna um tema de crescente importância para empresas, advogados, consultores fiscais, legisladores e tributaristas de inteligência de negócio. Com efeito, este artigo visa explorar essas dinâmicas, destacando as oportunidades e desafios que a IA apresenta, e fornecendo uma análise aprofundada das implicações legais e éticas associadas a essa tecnologia emergente. MEDOS E RECEIOS DOS TRIBUTARISTAS  No cenário cada vez mais complexo e dinâmico da legislação tributária, os tributaristas enfrentam uma série de medos e receios que podem impactar suas práticas profissionais e decisões estratégicas. Dentre os medos e receios que por experiência própria desenvolvi, a constante evolução das leis tributárias e a complexidade inerente das mesmas podem levar a interpretações errôneas e aplicação incorreta. Logo, com o avanço da tecnologia, especialmente a Inteligência Artificial, muitos desses receios podem ser mitigados, oferecendo aos tributaristas ferramentas eficazes para lidar com a complexidade e incertezas do cenário tributário. Isso torna a compreensão e a preparação para esses desafios um componente essencial do planejamento tributário moderno. IA (Inteligência Artificial)  A Inteligência Artificial (IA) está transformando o planejamento tributário, oferecendo ferramentas poderosas para tributaristas que buscam otimizar suas estratégias e assegurar o cumprimento das obrigações fiscais. A IA permite a automação de processos complexos de cálculo e análise de dados, tornando o planejamento tributário mais eficiente. Softwares avançados podem processar grandes volumes de dados fiscais em tempo real, identificando padrões e oportunidades de otimização fiscal que seriam difíceis de detectar manualmente. Nesse sentido, a IA pode automatizar tarefas repetitivas, como o preenchimento de formulários fiscais, cálculo de impostos e geração de relatórios, permitindo que os tributaristas se concentrem em atividades mais estratégicas. Além disso, com algoritmos avançados, a IA pode realizar simulações de cenários fiscais, ajudando as empresas a prever o impacto de mudanças nas políticas tributárias e a planejar suas estratégias de conformidade. Isso é crucial para o planejamento tributário estratégico, permitindo que as empresas minimizem riscos e maximizem oportunidades de economia fiscal. No mais, sistemas de IA podem monitorar transações em tempo real, garantindo que as operações estão em conformidade com a legislação vigente, auxiliando a garantir compliance fiscal ao monitorar transações e identificar possíveis inconsistências ou desvios em relação à legislação vigente. Isso reduz significativamente o risco de penalidades e multas, além de facilitar auditorias internas e externas. DESAFIOS E CONSIDERAÇÕES ÉTICAS A crescente digitalização e a adoção da Inteligência Artificial (IA) em processos tributários trazem à tona importantes desafios e considerações éticas, principalmente em termos de privacidade, segurança de dados, transparência, responsabilidade e impacto no emprego. Com o uso extensivo de IA no planejamento tributário, a proteção de dados tornou-se uma prioridade máxima. Segundo um relatório da Gartner, até 2025, 60% das grandes empresas terão implementado ferramentas de IA que se concentram na proteção de dados sensíveis. Esse movimento não é apenas uma resposta ao aumento das regulamentações como a GDPR na Europa, mas também uma iniciativa para garantir a confiança dos clientes e evitar perdas financeiras significativas decorrentes de vazamentos de dados. Ainda, a opacidade dos algoritmos de IA representa um grande desafio. Uma pesquisa realizada pela PwC revelou que 85% dos executivos estão preocupados com a falta de transparência dos algoritmos, o que poderia resultar em decisões injustas ou tendenciosas. Para enfrentar essas preocupações, iniciativas como a Explainable AI (XAI) estão ganhando terreno, promovendo o desenvolvimento de algoritmos que fornecem justificativas claras para suas decisões, essencial para garantir a responsabilidade em ambientes altamente regulados como o tributário. Em paralelo, a automação das funções administrativas e analíticas, viabilizada pela IA, tem o potencial de transformar o mercado de trabalho tributário. Um estudo do World Economic Forum aponta que, embora 75 milhões de empregos possam ser eliminados devido à automação, outros 133 milhões de novas funções surgirão até 2025, muitas das quais em áreas como ciência de dados e engenharia de IA. Isso destaca a necessidade de programas de requalificação para preparar a força de trabalho para esses novos papéis. Portanto, cada novo desafio

A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO PARA O PROJETO DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA – ENERGIA FOTOVOLTAICA DA EMPRESA AMIGOS UNIDOS LTDA.

RESUMO Os desafios empresariais aumentam cada vez mais no cenário tributário. Diante de uma grave crise hídrica em que as redes de transmissão elétrica estão à beira de um colapso, é comum que as empresas busquem alternativas para redução de seus custos e uma dessas alternativas está na energia fotovoltaica. Entretanto, a legislação tributária não é muito clara quanto a forma de tributação dessa energia. Para as empresas que adotem projetos deste segmento, podem surgem dúvidas em qual regime de tributação escolher e a melhor forma de reduzir a carga tributária. A adoção do planejamento é utilizada por diversas empresas como forma de gestão e, sendo bem executado, contribuirá para a redução da carga fiscal e menores desembolsos de caixa. O presente trabalho abordará a importância do planejamento tributário na empresa Amigos Unidos Ltda, mediante a adoção do projeto de eficiência energética, bem como os regimes de tributação e os tipos de tributos. A metodologia utilizada é a pesquisa exploratória, abordando o conceito previsto na Resolução nº 482 da Agência Nacional de Energia Elétrica – Aneel e as legislações tributárias vigentes. ABSTRACT Business challenges are increasing more and more in the tax scenario. Faced with a serious water crisis in which electricity transmission networks are on the verge of collapse, it is common for companies to look for alternatives to reduce their costs and one of these alternatives is photovoltaic energy. However, the tax legislation is not very clear about the form of taxation of this energy. For companies that adopt projects in this segment, questions may arise on which tax regime to choose and the best way to reduce the tax burden. The adoption of planning is used by several companies as a form of management and, if well executed, will contribute to reducing the tax burden and lower cash disbursements. This work will address the importance of tax planning at Amigos Unidos Ltda, through the adoption of the energy efficiency project, as well as taxation regimes and types of taxes. The methodology used is exploratory research, approaching the concept provided for in Resolution No. 482 of the National Electric Energy Agency – Aneel and the current tax legislation. 1. INTRODUÇÃO Este artigo aborda o planejamento tributário na empresa Amigos Unidos Ltda, uma empresa do ramo comerciário, considerando o projeto desenvolvido para geração de energia mais sustentável através da criação de usinas fotovoltaicas. O projeto consistirá na aquisição de três terrenos, na construção de usinas e posterior locação do m² e dos equipamentos. A usina será composta por placas fotovoltaicas cuja medição se dará através de inversores de frequência. De acordo com a área técnica da Gerência Executiva Financeira da empresa, as usinas terão capacidade total de 12,9 MW, sendo distribuídas em três miniusinas: duas com capacidade total de 5MW e uma com 2,9MW. Toda a energia que não for consumida pela empresa, será comercializada mediante locação do m² da usina, uma vez que, de acordo com a Resolução 482 da Aneel, a energia produzida não pode ser cobrada. As instituições beneficiadas terão o equivalente a 20% de redução na conta de energia elétrica. Na prática isso significa que se uma instituição possui uma conta de luz no valor de R$ 100.000,00 e aderir ao projeto, terá um desconto mensal de R$20.000,00 e pagará uma conta de R$ 80.000,00 ao longo dos anos. O projeto, trará benefícios em vários aspectos como: geração de energia limpa para a sociedade, redução do consumo de energia elétrica e, consequentemente, aumento de sua receita. Ainda de acordo com a área técnica da empresa, é estimado que o custo inicial gire em torno de R$ 78.000.000,00, sendo distribuídos na compra dos terrenos, compra dos equipamentos e demais gastos. Conforme demonstração do fluxo de caixa a seguir, a expectativa é de que o projeto comece a dar lucro após o 6º ano. Os valores apresentados estão em milhões: Gráfico 1: Fluxo de caixa da empresa Amigos Unidos Ltda. Fonte: Gerência Executiva Financeira da empresa Amigos Unidos. A empresa precisará se planejar para lidar com uma realidade desafiadora, pois a tributação na energia fotovoltaica está em constante discussão e o projeto irá gerar aumento no fluxo de caixa. Considerando a legislação em vigor, a empresa deverá atentar-se para quis tributos incidirão sobre o projeto e optar pelo regime de tributação menos oneroso. A pergunta que norteia este artigo é: De que forma o planejamento tributário pode ser benéfico para a empresa Amigos Unidos Ltda diante do projeto de eficiência energética? O objetivo deste artigo é demonstrar a importância do planejamento tributário como forma de gestão. 2. Resolução Normativa 482/2012 A Resolução Normativa nº 482/2012 trata da Micro e minigeração distribuídas de energia e diz que o consumidor brasileiro pode gerar sua própria energia elétrica a partir de fontes renováveis ou cogeração qualificada. Enquanto a Microgeração refere-se a uma central geradora de energia elétrica, com potência instalada menor ou igual a 75 quilowatts (kW), a minigeração distribuída diz respeito às centrais geradoras com potência instalada superior a 75 kW e menor ou igual a 03 megawatt (MW). Existem benefícios para os projetos de geração distribuída, como o crédito de energia que não é convertido em dinheiro, mas o crédito pode ser abatido na conta de energia elétrica. Entretanto, ainda não são muitas empresas que aderiram as novas fontes de energias, em função do custo elevado. Soma-se, também, a ausência de uma legislação tributária clara no âmbito energético. O Projeto de Lei nº 5829/2019 que está em tramitação no Senado Federal é considerado como o marco legal da geração distribuída, pois permitirá que os consumidores possam produzir a sua energia por meio de fontes renováveis. A expectativa é de que a aprovação não tenha nenhum obstáculo trazendo previsibilidade e segurança jurídica para o mercado. Com os recentes reajustes na conta de energia elétrica, a tendência é de que os empresários comecem a enxergar a energia fotovoltaica como opção. 3. Planejamento Tributário O planejamento tributário, também conhecido como elisão fiscal, é um ato preventivo que, dentro da legislação

Você PRECISA entender o que é o Planejamento Tributário antes de ofertá-lo.

O Planejamento Tributário é uma forma de minimizar os custos fiscais de uma empresa.  Sucintamente, ele atua dentro da lei de forma integral, procurando negócios e oportunidades jurídicas com uma tributação menor ou nula.  No entanto, como é possível fazer com que seus clientes entendam a importância e a necessidade dessa técnica na prática?  Essa é a grande questão. Expor os pontos certos de maneira assertiva e direta é o grande diferencial para transformar aquele “talvez” em “negócio fechado”.  No Retrospecto Tributário dessa semana, um dos temas debatidos foi a utilização dessa técnica na prática e também a apresentação de cases MILIONÁRIOS onde o Planejamento foi o principal motivo para grandes empresas comemorarem boas decisões na justiça, e você pode conferir o vídeo através do link:  O planejamento Tributário funciona Conheça os casos milionários que todo tributarista precisa saber.  É valido também relembrar alguns pontos essenciais para entender o Planejamento Tributário e ofertá-lo da melhor maneira possível para seu cliente:  1) Uma simples mudança no entendimento do produto/serviço perante a justiça é capaz de mudar o enquadro tributário e mudar totalmente a carga tributária que é incidida.  2) O contribuinte tem o direito de estruturar o seu negócio da maneira que melhor lhe pareça, procurando a diminuição dos custos de seu empreendimento, inclusive dos impostos. Se a forma celebrada é jurídica e lícita, a fazenda pública deve respeitá-la.  3) Segundo o IBPT, no Brasil, em média, 33% do faturamento empresarial é dirigido ao pagamento de tributos. Somente o ônus do Imposto de Renda e da Contribuição Social sobre o Lucro das empresas pode corresponder a 51,51% do lucro líquido apurado. Da somatória dos custos e despesas, mais da metade do valor é representada pelos tributos. Assim, imprescindível a adoção de um sistema de economia legal.  Lembrando que ao participar das lives e seguir o IBPT Educação nas redes sociais certamente vai te ajudar a entender melhor sobre o mundo da tributação.  Se você tem interesse em se tornar um tributarista diferenciado, conquistar os melhores contratos e fazer parte do seleto grupo de DIAMANTES, conheça a Tributarista do Futuro: 

Conheça os 4 serviços de alto valor agregado que o Tributarista do Futuro presta.

Embora necessariamente você não exerça alguma atividade na área tributária, certamente se preocupa com tributos. Pois, eles fazem parte diariamente da nossa vida diariamente, ao ir em supermercado comprar algum produto, ou, tomar prestar algum serviço, a tributação está presente. Por isso, neste blog, você vai aprender a definição de Tributarista do Futuro, quem pode se tornar este profissional e mais, aprender os serviços de alto valor agregado prestado por ele. Qual o conceito de Tributarista do Futuro? Podemos conceituar como uma profissão do futuro. Você não encontrará esse termo em outro lugar; a figura do Tributarista do Futuro é de um profissional que alia todo o conhecimento técnico tributário à inteligência de negócios com base dados em dados tributários e oferece serviços estratégicos de alto valor agregado para as empresas, conseguindo ser um diamante raro para o seu cliente. Quem pode ser Tributarista do Futuro? Para muitos profissionais a área tributária ainda é um bicho de sete cabeças e, com isso, deixam de aproveitar oportunidades de alavancar a sua carreira. De fato, se pensarmos somente na tributação logo imaginamos que, apenas Contadores e Advogados podem ser Tributaristas do Futuro, porém, este não é o entendimento correto. Isto é, para ser um Tributarista do Futuro não é um pré-requisito você ser Advogado ou Contador, se você já é, isso vai te dar opções maiores para prestar serviços tributários devido as prerrogativas de cada função, por exemplo, se você for um advogado você poderá atuar junto ao poder judiciário. Entretanto, a verdade é que qualquer pessoa maior de idade e que tenha as 4 características essenciais do Tributarista do Futuro, que são elas; foco, agilidade, conhecimento e ação, já possuem o DNA necessário para se tornar um diamante para os seus clientes. Quais os 4 serviços de alto valor agregado que o Tributarista do Futuro presta? O Tributarista do Futuro não deixa de prestar os serviços que todo tributarista presta, por exemplo, a recuperação de crédito, faz parte do leque de serviços que o Tributarista do Futuro presta e é muito importante, pois, as empresas querem ver resultados rápidos e este serviço abre portas para oferta de outros serviços tributários. Todavia, o que o tributarista precisa entender é que, antes mesmo de pensar em vender algum serviço para o cliente, o primeiro passo é identificar quais as dores que o cliente no momento está enfrentando. Eventualmente, não é uma recuperação de crédito que ele precisa e você como Tributarista do Futuro de antemão conseguirá saber disso e oferecer o que realmente ele precisa, pois, estará aplicando a metodologia de alinhar o seu conhecimento técnico tributário com inteligência de negócios e levando o melhor para o seu cliente. Pois bem, quais são 4 serviços de alto valor agregado que o Tributarista do Futuro presta? São eles: Planejamento Tributário: O planejamento tributário é um serviço que visa adotar medidas legalmente permitidas para redução do encargo fiscal. Um bom planejamento tributário é aquele em que o tributarista conhece todo o negócio do cliente e consegue trazer todos os impactos, melhorias e reduções ao cliente. Governança e Compliance Tributários: Esse foi um serviço que foi criado em 2005/2006 devido ao aumento da necessidade de Governança Corporativa pelas empresas no qual foi desenvolvido uma metodologia única para venda desse serviço.  Governança Tributária: 5 dias para aumentar a lucratividade do negócio do seu cliente e ter resultados! Estudos setoriais de Radiografia Tributária:O Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) foi pioneiro na prestação deste serviço e é o único instituto a realizar estudos de radiografia tributária e conseguir através de estudos setoriais que entidades consigam ajustes na legislação e consequentemente a diminuição da carga tributária do seu setor. Consultoria em análise de mercado com base em dados tributários: O serviço que efetivamente consegue unir a tributação à inteligência de negócios. Hoje o empresômetro possui um banco de dados com informações tributárias empresárias de muitas empresas e como é reunido esses dados? Através dos dados públicos e pedidos através da Lei de Acesso à informação. Como eu posso aprender esses serviços de alto valor agregado e prestá-los na prática? As vagas para o curso de Formação de Tributarista do Futuro foram esgotadas no dia 16/04 e no curso é explicado detalhadamente como prestar esses serviços na prática. Através da metodologia única, que te forma absolutamente do 0, você vai aprender esses serviços de forma aprofundada e melhor, a como precificar honorários de cada um deles e ofertar para seus clientes. Você, acadêmico de direito/contábeis, contador, advogado, administrador e outros profissionais da área tributária, que, queiram decolar sua carreira e se tornar um profissional que transforma as complexidades da tributação em oportunidade para os seus clientes, venha fazer parte da lista de espera e seja avisado com prioridade quando estiver aberta as inscrições para a nova turma do curso. Clique aqui para se cadastrar na lista de espera para o curso.

ATUAÇÃO DA RECEITA FEDERAL EM PROCESSO FISCALIZATÓRIO

O trabalho ora proposto enfoca a temática atuação da Receita Federal em processo fiscalizatório, cujo papel é exercer funções essenciais para que o Estado possa cumprir seus objetivos. É responsável pela administração dos tributos de competência da União, inclusive os previdenciários, e aqueles incidentes sobre o comércio exterior, abrangendo parte significativa das contribuições sociais do País.

Descubra como o planejamento tributário pode reduzir gastos de empresas

O planejamento tributário é uma ferramenta de gestão de pagamento de tributos. Através dele, as empresas conseguem diminuir os tributos que devem pagar de forma legal, em conformidade com a lei. Existem duas modalidades de planejamento tributário: operacional e estratégico. O planejamento operacional consiste na melhoria de processos básicos, que são estabelecidos pelas organizações. O objetivo é cumprir todas as exigências legais, como pagamento de impostos e entrega das declarações nos prazos previstos. Já o planejamento estratégico é utilizado para diminuir os custos. Isso é feito através de estudos da legislação e o enquadramento da empresa em regimes de tributação. Assim, a empresa consegue se adequar ao regime menos oneroso, de acordo com seu porte e suas atividades. Regimes de tributação Mas o que são regimes de tributação? Os regimes de tributação são formas de se apurar os tributos das empresas, de acordo com suas atividades e faturamentos. Existem três tipos de regimes de tributação na legislação brasileira. Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real. Abaixo, iremos conceituá-los: Simples Nacional É o sistema simplificado de recolhimento de impostos, por meio de guia chamada DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional).  É direcionado para micro e pequenas empresas e tem previsão no artigo 146, III, “d” da Constituição Federal. O regime sofreu diversas alterações por meio da Lei Complementar 155/2016, que entraram em vigor em 2018. O que era para ser um regime com grandes vantagens aos pequenos empreendedores, passou a necessitar de uma ampla análise de profissionais qualificados para definição sobre sua vantagem em relação aos demais regimes. Em geral, empresas em início de operação ainda se beneficiam no primeiro ano de atividade das vantagens do Simples Nacional. Já a partir do segundo ano de operação, é recomendável analisar se, mesmo que seu faturamento estimado não ultrapasse o limite legal (R$ 4.800.000 para tributos federais e R$ 3.600.000 para ISS e ICMS), o regime ainda se mostra mais econômico. Lucro Presumido Esse regime de tributação é interessante para empresas que possuam uma alta margem de lucro e não estão obrigadas a optarem pelo lucro real. Aqui, o lucro é presumido, ou seja, o Imposto de Renda (IRPJ) e a Contribuição Social para o Lucro Líquido (CSLL) são calculados através da presunção de lucro por atividade na empresa. Essa presunção pode chegar ao valor de, no máximo, 32%. Ou seja, mesmo que uma empresa possua um lucro de 75%, seu imposto será baseado na presunção do lucro sobre sua atividade. Nesse regime, porém, não é enfatizado tanto o controle de despesas para efeitos fiscais. É interessante também para empresas que possuam uma folha de pagamento reduzida e poucas despesas operacionais. Em geral, prestadores de serviços são os que mais se beneficiam do Lucro Presumido. Importante ressaltar que quem adota o lucro presumido irá obrigatoriamente recolher as contribuições sociais COFINS e PIS sob a sistemática cumulativa, com alíquotas de 3% e 0,65% respectivamente. Lucro Real O lucro líquido é considerado para definir a base de cálculo do IR e da CSLL na sistemática do lucro real. É altamente indicado para empresas que possuem margem de lucro menor que 8%. Aqui as despesas são consideradas para efeitos fiscais, então é interessante para quem possui esse fator em abundância e folha de pagamento alta. Lembrando que aqui há um controle maior sobre as despesas, pois elas influenciam diretamente na base de cálculo dos impostos. Benefícios do planejamento tributário O benefício mais prático de um bom planejamento tributário é a diminuição da carga de tributos que incidem na empresa. Por consequência, há o maior lucro para o empresário. Mas, ainda pensando nos benefícios práticos, através do planejamento tributário é possível otimizar processos,aumentar as metas e com isso, aumentar a geração de empregos. Ele deve ser feito por um profissional capacitado que tenha vasto conhecimento sobre as leis tributárias. Deve-se fazer a análise operacional, estudos da legislação com o objetivo de melhor enquadramento para diminuição da carga tributária. Ferramenta essencial no cenário empresarial, o planejamento tributário é uma pauta em alta no cenário nacional. Em um mercado competitivo, quem possui um melhor planejamento tributário possui processos mais enxutos, cargas tributárias menores e, por consequência, um lucro maior. Para um bom planejamento tributário é necessário que os profissionais envolvidos no processo saibam das boas práticas fiscais que devem ser seguidas por empresas. Quer entender mais sobre o assunto? Então clique no link abaixo e confira: Fisco: Como evitar problemas para sua empresa? Estratégias Tributárias Cada vez mais empresas precisam de profissionais estratégicos que ajudem na minimização de despesas (principalmente com tributos). Porém essas estratégias devem ser respaldadas pela lei. Quer conhecer as principais delas? Preencha o formulário e confira em nosso ebook:

Fisco: Como evitar problemas para sua empresa?

Autoridades fazendárias federais, estaduais e municipais, denominadas como Fisco, são incumbidas de cobrar e fiscalizar tributos em suas esferas de responsabilidade. Uma empresa tem que lidar com inúmeros compromissos fiscais, tributários e contábeis. Quer saber como evitar problemas com esses órgãos em meio a tantas obrigações? Então confira as dicas abaixo para não ter dor de cabeça no futuro. Faça tudo corretamente Pode parecer brincadeira citar o básico. Mas quando uma empresa cumpre com suas responsabilidades, as chances do Fisco visitá-la diminuem drasticamente. Ao recorrer a alguma ação que vise burlar as leis, como a sonegação de impostos (conhecida tecnicamente como evasão fiscal), o gestor ou responsável pela área financeira pode pensar que sairá impune. Porém, com a informatização dos processos, o cruzamento de informações é muito mais preciso. Quando alguma delas é “omitida”, seguramente o Fisco ficará sabendo por terceiros. Isso porque as empresas que têm relações comerciais com a que está em situação irregular também são obrigadas a declarar tudo corretamente. Realize Auditorias Preventivas  Você pode considerar que está fazendo tudo corretamente em seu empreendimento, mas, por vezes, alguma falha pode ocorrer entre tantos processos. A falha pode acontecer por falta de atenção ou até mesmo desconhecimento das leis e normas que regem as obrigações tributárias. Tendo isso em mente, a auditoria preventiva é uma das melhores soluções. Durante a auditoria preventiva, profissionais especializados estudam os lançamentos realizados por sua empresa, bem como a emissão de notas e sistemas de tributação utilizados na empresa, verificando todo tipo de processo possível. Assim, se algum procedimento estiver em desconformidade com a legislação, há tempo hábil para se corrigir e evitar uma visita indesejada do Fisco. É muito mais interessante que o empresário identifique os erros previamente e corrija a tempo para evitar multas e penalidades. Entenda suas obrigações  Mais do que simplesmente pagar o que deve, um bom gestor deve entender realmente o que envolve cada uma das responsabilidades ou contratar alguém capacitado. Podemos citar, por exemplo, a DEFIS (Declaração de Informações Socioeconômicas e Fiscais). Trata-se de uma obrigação de empresas que estão no regime de tributação Simples Nacional. Ela reúne em um só documento, os dados econômicos e fiscais da empresa. São várias as informações que estão englobadas nesta declaração. Podemos citar entre elas: Ganhos financeiros da empresa; Número de colaboradores no início e no final do período que diz respeito a DEFIS; Saldo em caixa e em banco no início e no final do período; Gasto total do período, incluindo as despesas operacionais (aquelas necessárias à manutenção da empresa), não operacionais (transações distintas da atividade da empresa), salários, etc.; Total de aquisições, transferências e saída de mercadorias; Estoque inicial e final do período abrangido pela declaração; Doação para campanhas eleitorais. Isso tudo juntamente com as informações de cada sócio da empresa, tais como: Nome e CPF de cada um deles; Dividendos (rendimentos da empresa pagos ao sócio); Pró-labore (rendimentos do sócio que também trabalha na empresa); Porcentagem pertencente a cada sócio registrado até o último dia do período; Imposto de renda retido na fonte dos rendimentos pagos ao sócio. Cada empresa tem responsabilidades distintas e é fundamental a busca por informações sobre elas. O cumprimento de leis e normas tributárias permite que o empreendedor foque no crescimento de seu negócio sem que surpresas surjam e acarretem danos, que por vezes são irreparáveis. Gerenciamento de registros Todas as empresas devem gerenciar corretamente os seus registros fiscais. Deve ser feita então a organização de todos os valores recebidos e pagos pela empresa, lançamento de todas as suas notas fiscais de compras e vendas (que devem ser armazenadas por cinco anos) e registro de seus funcionários. Tudo deve ser atualizado de forma constante, principalmente após a implementação do eSocial. Todas essas informações devem estar registradas em sistemas próprios da empresa. Isso porque, mesmo que a empresa esteja fazendo tudo corretamente, o Fisco poderá exigir esses registros. Há casos em que empresas estão corretas, em dia com obrigações e necessitam apresentar os registros. Isso acontece principalmente por conta da situação que citamos anteriormente. Uma companhia é auditada pelo Fisco e ocorre a fiscalização de registros daquelas com as quais são mantidas relações comerciais. Não manter esses registros guardados também pode acarretar problemas. Conheça o curso de Teoria e Prática da Governança Tributária que vai te preparar para ser um profissional indispensável nas decisões tributárias de qualquer empresa: Conheça o curso de Teoria e Prática da Governança Tributária que vai te preparar para ser um profissional indispensável nas decisões tributárias de qualquer empresa:

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