Como dar um pontapé inicial na carreira de tributarista

O tributarista é um profissional responsável pelo entendimento de normas e leis diretamente ligadas aos tributos incidentes nas empresas. Possui um papel voltado a auditoria e consultoria. Ele atuará, além disso, na prevenção de erros e estudos de estratégias para minimizar a carga tributária da companhia. Para quem deseja se especializar nessa carreira, há algumas dicas e passos a serem seguidos. Nesse artigo, vamos abordar inicialmente as formações necessárias para ingressar na área. Graduação Segundo dados de uma pesquisa feita pela empresa Deloitte, a graduação mais comum entre os profissionais tributaristas em altos cargos é a Contabilidade, escolhida por 67% dos profissionais. Logo após, os bacharéis em Administração, com 16%, Direito 13%, Economia 3% e Engenharia, com 1%. Mas isso não quer dizer que o profissional possa ter apenas uma dessas especializações. A grande dica aqui é combinar os estudos. Uma combinação ideal, por exemplo, é a formação em Contabilidade alinhada ao Direito. Pós-Graduação Para chegar a ser um profissional tributarista de alto nível, o ideal é buscar uma pós-graduação. Seguir os estudos é fundamental para a carreira, devido às grandes mudanças tributárias que ocorrem no país diariamente. Existem diversas áreas que a pós-graduação pode contribuir para a carreira do tributarista. Entre elas, podemos citar Gestão e Legislação Tributária, Direito Tributário, Direito Processual Tributário e Contabilidade Tributária. Dessa forma, é possível se tornar um especialista focado em uma área. Mas para isso, é preciso o entendimento de alguns princípios básicos da carreira do tributarista. Entenda e domine os princípios tributários Estudar a legislação referente aos tributos possibilita ao tributarista o entendimento completo e, como consequência, o domínio dos princípios básicos. Dessa forma, o profissional possui a base para buscar as especializações e já possui o entendimento para iniciar na carreira. Alguns princípios tributários a serem estudados são legalidade; anterioridade; isonomia; irretroatividade; vedação do confisco; uniformidade geográfica; não limitação; não cumulatividade; seletividade e não discriminação quanto à procedência ou destino. Defina um segmento para atuar Existem três grandes segmentos na carreira de tributarista. É possível, por exemplo, atuar como consultivo tributário, envolvido em processos administrativos fiscais ou processo judicial tributário. O consultivo tributário irá trabalhar no desenvolvimento das atividades preventivas, procurando orientar e responder consultas feitas por autoridades públicas. Também pode emitir parecer sobre a análise fiscal das empresas. O tributarista envolvido no processo administrativo fiscal irá representar em esfera administrativa, os contribuintes e responsáveis tributários, para defender de cobranças e exigências tributárias não devidas, apresentando recurso diretamente ao Fisco. No processo judicial tributário, o tributarista irá atuar em esfera judicial, também representando o contribuinte e responsáveis tributários, procurando a defesa contra ações fiscais indevidas, visando o ressarcimento de crédito tributário. Aprofunde-se em um tema Na área tributária, existem muitos impostos a serem estudados. A especialização em um deles pode contribuir para a carreira. Mesmo começando pelos cargos mais baixos, é possível aprofundar-se no entendimento sobre a sua função. Impostos comuns, como o ICMS, ISS, PIS, COFINS, IPI estão presentes no dia a dia de um auxiliar fiscal, por exemplo. Cabe ao profissional que deseja se tornar tributarista, aprofundar os estudos para tentar posições melhores nas empresas. Nunca pare de estudar Na carreira de tributarista, estar em constante aprendizado é crucial. Com diversas mudanças na legislação brasileira, quem não se atualiza, perde muitas oportunidades e clientes. É fundamental, portanto, participar de cursos de extensão, seminários, palestras, tudo que puder enriquecer o conhecimento do jovem tributarista. Quer entrar no mercado como Tributarista Júnior? Então temos a oportunidade perfeita para você! Com o curso de extensão totalmente online de “Formação de Tributarista”, você vai aprimorar o seu conhecimento tributário, adquirir conhecimento e capacitação para começar a trabalhar no ramo. Além disso, este curso de extensão dá a opção de produzir artigo, obtendo destaque o artigo constará na revista Governança Jurídica, ampliando ainda mais o reconhecimento de um profissional qualificado. O que nossos alunos disseram sobre o curso?  “A busca do conhecimento e atualização na área Tributária é fundamental e o curso de Formação de Tributarista me agregou várias ideias.” FRÂNITON RAFAEL Contador, Cambé PR   “O curso Formação de Tributarista contribuiu para meu conhecimento em diversas matérias, principalmente na comparação tributária de outros países. Além disto, trouxe uma noção tributária e base legislativa maior do que possuía.” ERICK SPINOLA Consultor Empresarial, Nova Friburgo – RJ   “Sou administradora e tenho pouco conhecimento na área Tributária e o curso Formação de Tributarista possui material e linguagem bem clara.” ELISANGELA GONÇALVES Administradora, Silvânia GO Conhecer Curso

Tributarista do Futuro

  Mesmo que você não seja necessariamente da área tributária, certamente se preocupa diariamente com tributos, certo? Afinal, eles estão presentes na sua vida quase que a todo momento: na sua empresa, nas suas compras, quando toma serviços de alguém etc. Mas vivemos na Era Digital, da Revolução 4.0, e a tecnologia também é outro componente que praticamente acorda e vai dormir conosco. A Era Digital marca uma (r)evolução na forma em que os negócios devem ser conduzidos. E isso se reflete também no profissional que irá conduzir ou assessorar esses negócios. A tecnologia não apenas auxilia, mas cada vez mais se torna uma ferramenta essencial para quem lida diariamente com questões tributárias, seja como consultor externo, seja como executivo de empresas. Atualmente, a quase totalidade de dados tributários encontra-se no mundo virtual, espalhada em um big data fiscal, que é o nome que se dá ao enorme conjunto de dados tributários disponíveis em nuvem: notas fiscais eletrônicas e todos os módulos ou blocos do SPED (Sistema de Processamento Eletrônico de Dados), dentre eles o e-Social e os EFD (Escrituração Fiscal Digital). Saber auditar e manipular estrategicamente esses dados exige conhecimento específico, não apenas de questões tributárias, mas igualmente de questões de tecnologia, tecnologia da informação e gestão. Isso é essencial para transformar a burocracia tributária em diamante estratégico para os negócios. O profissional que detém tais competências vale mais do que ouro atualmente e tende a ser cada mais procurado pelas empresas. Esse profissional é chamado de Taxologist ou, abrasileirando o termo, Tributólogo. Os profissionais do IBPT – Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação há mais de duas décadas vêm estudando o sistema tributário nacional e, desde 2011, passaram a incluir a tecnologia como ferramenta essencial para trazer mais lucratividade às empresas.   No dia 15 de maio de 2019, quarta-feira, a Dra. Letícia do Amaral estará ao vivo na internet falando do assunto O TRIBUTARISTA DO FUTURO! Será às 13h e totalmente gratuito! Os primeiros 20 inscritos na LIVE ganharão acesso gratuito a um dos workshops online já disponíveis em nosso site. Clique aqui e inscreva-se!   Participe de nosso grupo do WhatsApp para receber as notícias em primeira mão, clique aqui.

Educação continuada: a importância para contadores

A educação continuada consiste na atualização e expansão dos conhecimentos do profissional contábil. Esses conhecimentos podem ser novas técnicas para a execução da profissão, melhorias no comportamento social, moral e ético. O Programa de Educação Continuada do CFC (Conselho Federal de Contabilidade) é, nesse sentido, uma boa opção para o profissional que queria evoluir na carreira. Educação Profissional Continuada O programa do CFC é regido pelas regras da NBC PG 12 (R3). A participação no programa Educação Profissional Continuada é obrigatória para todo profissional com inscrição no CRC (Conselho Regional de Contabilidade). O principal objetivo da Educação Profissional Continuada é garantir que os profissionais contábeis que atuam de forma independente estejam com nível de capacitação, qualificação técnica e atualizações exigidas pelo mercado atual. Para quem é? A educação continuada abrange todos os profissionais contábeis, especialmente os auditores independentes, responsáveis técnicos por demonstrações contábeis e profissionais ligados a cargos de gerência. Os profissionais com cargo de gerência devem estar atuando em empresas que que são reguladas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), pelo Banco Central do Brasil (BCB), pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) e pela Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc). Os profissionais que atuam em empresas de grande porte também estão obrigados ao programa de educação continuada. Pontuação e validação Atualmente, a carga mínima de pontos está fixada em 40 pontos. Desses 40 pontos, segundo a NBC PG 12, 20% devem ser cumpridos por meio de aquisição de conhecimento. As atividades de aquisição de conhecimento podem ser presenciais, EAD (a distância) ou uma mescla das duas modalidades. Além dos cursos oferecidos pelo CFC, também existem os cursos das instituições capacitadoras. Essas instituições oferecem cursos e palestras que são válidos para a pontuação da EPC. É muito comum, aliás, que alguns cursos sejam na modalidade EAD (Ensino a Distância). Importância da educação continuada A educação continuada possui uma importância ímpar na profissão contábil. Por meio dela, o profissional contábil irá se atualizar, especializar e se adequar às normas brasileiras de contabilidade. O CFC divulga diversos cursos de aprimoramento nesse sentido. O profissional precisa estar atualizado e alinhado às exigências brasileiras nas contas das empresas. Com tantas informações na legislação brasileira, a educação continuada também surge para esclarecer dúvidas sobre novos procedimentos. Um exemplo de uma área que deve ser sempre atualizada é o e-Social. A nova declaração visa unificar todas as outras declarações relacionadas a informações dos funcionários. Mas ainda existe muitas dúvidas quanto a sua aplicação e o cumprimento dela se torna confuso. Ela capacita o profissional na atual função e, além disso, também pode levar a novas funções. Através de novos conhecimentos que podem ser obtidos na educação continuada, o profissional contábil pode se familiarizar com um tema que não possuía contato, podendo nascer uma nova carreira dessa forma. A educação continuada é parte essencial da profissão contábil. Através dela, é possível adquirir novos conhecimentos, agregando valor aos serviços e melhorando o atendimento às normas, tanto por parte da legislação nacional quanto às normas do CFC. Graças à nossa parceria com o CFC, oferecemos 20% OFF para contadores em todos os nossos cursos. Confira nossas opções e garanta seu desconto: Quero Conferir   

Você sabe o que faz um contador?

A contabilidade é uma das mais antigas ciências da humanidade. Desde sempre, os seres humanos precisavam contar e organizar quaisquer tipos de ativos, desde ovelhas até montantes financeiros. O contador, atualmente, é o responsável por esse controle, atendendo legislações específicas. A cada dia que passa, esse profissional passa a ter um papel mais importante no âmbito gerencial, na tomada de decisões da empresa. No artigo de hoje iremos abordar as principais atividades do contador e suas áreas de atuação. Atividades  O contador é o profissional responsável pelas questões financeiras, tributárias, econômicas e patrimoniais de uma empresa. Indispensável em qualquer organização, ele está presente em todas as fases da empresa. É através dos conhecimentos desse profissional que a empresa é constituída e regularizada perante aos órgãos governamentais. Durante a rotina da empresa, o contador é o responsável por orientar o empresário para que sejam cumpridas todas as obrigações com o Estado. Ele, além disso também é responsável por orientar o cumprimento da legislação nas atividades empresariais. Possuindo tamanho conhecimento sobre a empresa, o contador nos dias atuais, portanto, também trabalha como uma espécie gestor. Com a experiência, ele sabe quais são as melhores decisões para o empreendimento no âmbito financeiro. Área de atuação O contador pode atuar em empresas, sendo então o responsável direto pela entrega das obrigações e cumprimento das normas do governo. Grande parte dos profissionais da área hoje estão concentrados em escritórios de contabilidade. Esse tipo de empresa reúne uma equipe qualificada de profissionais para atender grande demanda de empresas. Dentro de um escritório de contabilidade, os setores são divididos, possuindo especialistas em cada área. Geralmente são três esferas de atuação: Departamento Fiscal, Departamento Contábil e Departamento Pessoal. O contador pode atuar nestes escritórios sendo um colaborador ou ter seu próprio escritório, para prestar serviços às empresas. Conheça também os maiores erros contábeis e como evitá-los Como se tornar um contador  A formação necessária para se tornar um contador é a graduação no curso de Ciências Contábeis. O estudante neste curso terá contato com as mais diversas matérias de interesse de um contador. O curso é dividido geralmente em oito semestres, totalizando quatro anos de formação. Após a formação, o profissional precisa ser aprovado no exame do Conselho Federal de Contabilidade (CFC) para poder exercer plenamente a profissão. Em 2018, o número de aprovados no exame no território nacional foi de 37,49 %. Dos quase quarenta mil inscritos, quase treze mil foram aprovados. Cabe lembrar que o exame só possui uma fase e para ser aprovado é necessário acertar 50% das 50 questões propostas. Benefícios da profissão  Quem se forma como contador tem grandes chances de trabalhar na área. Segundo pesquisa de 2013 do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), cerca de 94% dos profissionais de contabilidade estão empregados na área. Além disso, o contador tem um papel fundamental na sociedade. Ele é o profissional responsável por orientar e fazer cumprir as leis e normas tributárias no Brasil. Isso significa que graças a esses profissionais, o Brasil consegue arrecadar recursos, por meio de tributos, para que sejam feitas melhorias no âmbito nacional. Ficou interessado no ramo contábil? Então confira nosso guia de Contabilidade Tributária para quem não é contador e saiba mais sobre o assunto:

Educação a Distância possui a mesma qualidade da Presencial?

A Educação a distância (EAD) vem crescendo em todo o Brasil. De acordo com pesquisas, 17% dos estudantes matriculados em cursos superiores estão matriculados no ensino a distância. A tendência é que esse número cresça cada vez mais. Em 2003, haviam somente 50 mil alunos inscritos na modalidade. Atualmente, este número chega a cerca de 1,3 milhão. Você ainda tem dúvidas sobre a qualidade da educação a distância? Então confira neste post as vantagens dessa modalidade em relação aos cursos presenciais. Flexibilidade de horários Um dos melhores pontos deste tipo de ensino é a flexibilidade de horários. No ensino a distância não é necessário que o aluno tenha um horário fixo para assistir às aulas. Com a correria do dia a dia, é muito desgastante ter que seguir um cronograma que não seja flexível. Na modalidade EAD, os conteúdos estão todos disponibilizados online e, portanto, podem ser acessados em qualquer horário do dia. O aluno é quem faz seus próprios horários.   Economia de tempo e dinheiro Por ser online, o aluno também economiza tempo e dinheiro. O tempo será economizado em não haver deslocamento para uma sala de aula, por exemplo. Além da questão dos horários já apresentada. Sem uma estrutura física, o custo para o curso se manter é menor. Isso reflete também no bolso do aluno, que terá acesso a ótimos conteúdos, por um preço mais acessível.   Desenvolvimento de organização do aluno  Como o aluno irá fazer seus horários de estudos, a organização será desenvolvida como forma de lidar com esse desafio. Se o aluno não conseguir manter uma rotina de estudos, poderá sofrer dificuldades como em um curso presencial. Por isso a organização será exigida. O aluno deverá organizar os horários das aulas e, além disso, também terá que se organizar para os estudos das matérias fora do período. Aqui também entrará o planejamento de estudo para provas.   Contato com novas tecnologias  Já se foi o tempo onde era necessário ter diversos livros impressos para sua formação. Através da educação a distância, os livros tornaram-se digitais, não sendo mais necessário que o aluno os tenha fisicamente. Para acompanhar as matérias, geralmente o aluno acessa o portal do seu curso, com o nome de usuário e senha cadastrados. Além disso, nesse ambiente virtual, todo o conteúdo das aulas estará disponível 24 horas. Neste mesmo ambiente virtual, o aluno além de acompanhar as matérias, irá entregar as atividades inerentes à disciplina. A única exigência técnica para a educação a distância é que o aluno tenha noções básicas de funcionamento de computadores e internet. Se você está lendo esse texto em nosso blog, provavelmente as tem.   Diploma reconhecido  A formação em uma educação a distância é tão válida como a formação presencial. O diploma da educação a distância possui o mesmo peso que um curso presencial. Antigamente, as empresas até distinguiam o ensino, mas com o passar dos anos, o avanço da tecnologia e a divulgação dos cursos a distância isso não acontece mais. O importante para o mercado de trabalho nestes casos é se o profissional realmente possui o conhecimento necessário para a vaga, não importando o tipo de formação em que foi adquirido.   Diversidade de cursos  Por ser uma modalidade a distância, há também uma vasta oferta de cursos em todas as áreas do conhecimento. Na Saúde, Ciências Humanas, Ciências Exatas e Ciências Biológicas. Você é um profissional de qualidade? Então confira a lista perfeita para você, com 4 cursos EAD que vão te preparar ainda mais para os desafios do mercado.

Sistema Tributário Nacional brasileiro – entenda como funciona

O Sistema Tributário Nacional brasileiro é um dos mais complexos do mundo. Sua estrutura é mundialmente conhecida por ser extensa e complicada, tanto na apuração dos tributos como em sua carga tributária. É, portanto, um desafio para profissionais contábeis e tributários se dedicar para compreender o funcionamento dele, bem como conhecer as leis e regulamentações que o compreendem. Neste artigo, iremos abordar o funcionamento do sistema tributário, seus principais tributos e os regimes de apuração existentes no Brasil. Como funciona O funcionamento do Sistema Tributário Nacional é pautado no recolhimento de tributos, com o objetivo de financiar as atividades do Estado, como melhorias nos serviços prestados à população, investimentos em infraestruturas e pagamentos dos salários dos servidores.  Esses tributos podem ser cobrados diretamente pelo Estado ou indiretamente, quando o cidadão adquire um produto ou utiliza algum serviço, sejam eles de empresas privadas ou públicas. A complexidade do funcionamento surge por conta da não unificação das leis tributárias. Há, por exemplo, um tributo denominado ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) de competência estadual. Porém, cada estado tem sua própria legislação sobre o ICMS. Isso acaba criando 27 legislações, cada uma tratando especificamente de um dos mais complexos impostos no país! Eleve essa dificuldade agora com o imposto municipal, o ISS (Imposto Sobre Serviços). O Brasil possui cerca de 5600 municípios e cada um com sua legislação específica sobre o tributo. Além disso existem, é claro, os tributos federais, sob responsabilidade da União. O resultado é uma gigantesca legislação voltada unicamente para o Sistema Tributário Nacional.     Tributos no Sistema Tributário Nacional Existem três tipos principais de tributos no Brasil, cada um destinado para diferentes áreas de utilização. Abaixo, vamos apresentá-los: Impostos: o imposto poderá ser utilizado em qualquer área, desde que haja legislação instituindo isso. Como exemplo, temos o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) e o IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículo Automotores). O imposto é o principal financiador dos serviços públicos. Contribuições sociais: as contribuições possuem sua destinação definida na legislação, não podendo ser utilizada livremente. É uma das principais fontes de renda do Estado. O PIS (Programa de Integração Social) e COFINS (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) são exemplos de contribuição. Taxas: as taxas também compõem grande parte da arrecadação do Estado, visto que elas são pagas quando o contribuinte utiliza algum serviço público. Sua destinação assim como a contribuição também é pré-fixada. Exemplos de taxas são as que são pagas na emissão de documentos e taxas de registro em juntas comerciais. Além desses, a Constituição Federal ainda trata de mais 2 espécies de tributos, são elas: Contribuições de melhoria: Esse tributo é destinado ao custeio de de obras públicas. Para ser cobrado, é necessária a existência de uma obra pública. Além disso, é indispensável, para que seja válido, que tenha havido valorização econômica do imóvel do contribuinte. Outra informação importante sobre esse tipo de tributo é que deve ser cobrado de uma vez, após a demonstração do custo da obra que gerou a valorização. Empréstimos compulsórios: É um tributo de competência da União. Como o nome sugere, o valor pago pelo contribuinte é devolvido. É preciso que o destino do tributo seja legalmente estabelecido. Além disso, para que seja válido, é indispensável a criação de uma lei complementar.   Principais regimes de tributação no Brasil  Além de toda a legislação dos tributos no Brasil, as empresas ainda precisam definir a forma de tributação de sua receita com base em três tipos de regimes de tributação destinados a empresas (Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real). Esses regimes diferem a forma cálculo e recolhimento dos tributos e cada um possui sua particularidade, como exigências para enquadramento. Simples Nacional: pequenas e médias empresas que tenham faturamentos até R$ 4.800.000,00 por ano e se enquadrem na lista de atividades previstas no Simples Nacional podem ingressar neste regime. A tributação neste regime é, em tese, mais simples e branda se comparada aos outros regimes, mas, mesmo para quem se enquadre, é necessária a análise de diversos fatores antes de efetivamente decidir por sua opção. Lucro Presumido: Regime indicado para empresas que faturem até R$ 78 milhões ao ano e que não se enquadrem nas atividades do Simples Nacional. A forma de tributação não é unificada e sua principal característica é o cálculo do IRPJ (Imposto de Renda da Pessoa Jurídica) e CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido) com base em um lucro estimado. Além disso, o regime de apuração do PIS e da COFINS deve se dar pela sistemática da cumulatividade, sem possibilidade de apuração de créditos. Lucro Real: no Lucro Real, enquadram-se somente empresas com atividades específicas. A tributação do IRPJ e da CSLL aqui é fixa, com base no lucro efetivo, possibilitando-se a dedução de despesas operacionais. PIS e COFINS são calculados pelo regime da não-cumulatividade, permitindo-se a apuração de créditos. Quem possui faturamento acima de R$ 78 milhões anuais também é obrigado a se enquadrar nesse regime.   O Sistema Tributário Nacional é assunto do curso EAD do IBPT Educação “Formação de Tributarista”. Ele é perfeito para você que pretende se tornar um tributarista júnior. Além disso, você ainda consegue um certificado com o selo do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação. Clique no link abaixo e confira mais sobre o curso: Ver Curso — Leia também… Conheça estratégias fiscais para minimizar de maneira legal o impacto da carga tributária nas contas das empresas em nosso ebook gratuito: Você não é contador(a), mas tem interesse em aprender sobre contabilidade tributária? Preencha o formulário abaixo e receba nosso ebook gratuito sobre o assunto:

Por que trabalhar com governança tributária?

Ter uma capacitação em governança tributária é a chave para alcançar o sucesso profissional. E o motivo disso é muito simples: uma empresa que deseja se manter competitiva no mercado precisa de um profissional capacitado nessa área para coordenar, revisar e controlar todos os procedimentos tributários da empresa. Sem esse tipo de assistência, as chances de uma empresa sofrer com um fechamento precoce são altíssimas. Sobretudo devido à falta de conhecimento e domínio das normas tributárias, que faz com que a sua lucratividade seja perdida no pagamento de altos impostos. Diante da importância desse profissional na empresa, vamos apresentar informações valiosas sobre o motivo de estudar nesse ramo do Direito. Confira: O que é a governança tributária? A governança tributária nada mais é do que um conjunto de boas práticas que envolvem os setores estratégicos da empresa, como fiscal, contábil e jurídico. O seu principal objetivo é usar a tributação de forma estratégica e não apenas burocrática, reduzindo riscos de erros fiscais e aumentando a lucratividade da empresa, por meio do cumprimento de suas obrigações tributárias de maneira correta. Todas as políticas de governança devem estar inseridas no planejamento estratégico da empresa. Sendo formuladas por meio de princípios como a transparência, equidade, prestação de contas, conformidade e cumprimento das leis. São esses princípios que garantem o compromisso da organização em obter a performance financeira, dentro dos parâmetros legais. Assim como norteia a prática profissional de todos os envolvidos na execução das políticas de governança. Importância da governança nas empresas Ao implantar políticas de governança, as empresas conseguem aumentar a sua lucratividade de maneira considerável. Pois, na implantação da governança tributária, se insere a adoção de planejamentos tributários estratégicos que as impedem de pagar altas quantias em impostos indevidos, por exemplo. Nesse cenário, a temida legislação tributária torna-se uma grande aliada para as empresas. Isso porque elas sabem aproveitar as vantagens dos benefícios fiscais para ganhar mais competitividade nos preços e espaço no mercado em que atuam. Mas isso não é tudo. As políticas de governança ainda oferecem outras vantagens importantes para qualquer negócio, tais como: Controle tributário; Mitigação dos riscos fiscais; Melhor performance dos resultados; Planejamento tributário eficaz. Por que atuar com governança tributária? Ter uma especialização em governança tributária é um diferencial para qualquer profissional que deseja ascender na carreira fiscal ou jurídica. Afinal, além de obter um vasto conhecimento sobre a legislação tributária, ele irá aprender práticas de como gerenciá-la estrategicamente. Destaca-se que essa é uma área de atuação requisitada por empresas de todos os portes, que desejam obter as vantagens fiscais que a governança proporciona. Por isso, os especialistas nessa área tendem a ganhar remunerações elevadas e possuírem cargos altos na organização. Sem dúvida, trabalhar na área de governança tributária pode ser a chave para a ascensão da sua carreira. Sobretudo, porque você vai se tornar um profissional diferenciado no mercado por saber lidar com eficiência sobre um dos maiores obstáculos das empresas: o gerenciamento dos impostos. Mas para conquistar esse objetivo, é crucial que você comece a se especializar hoje mesmo. Você pode iniciar com noções mais básicas do tema, oferecidas pelo combo do IBPT Educação. Ele inclui os workshops: Governança Tributária e Integração Estratégica Empresarial Governança Tributária na Era Digital Comprando os dois cursos separadamente, o valor seria de R$ 179,80, mas comprando o combo, o valor total cai para R$ 125,00. A sua carreira na governança tributária pode começar a ser trilhada agora. Basta clicar no botão abaixo e fazer sua matrícula: Quer se capacitar ou atualizar seus conhecimentos? Então conheça o nosso catálogo e escolha o curso que melhor se enquadra em suas intenções profissionais ou acadêmicas: Tenho interesse

Ramo tributário: perspectivas de crescimento e espaço no mercado

Investir no ramo tributário é uma excelente aposta para alcançar o sucesso profissional. Apesar de ser considerada uma área pouco explorada, ela tem atraído cada vez mais a atenção de estudantes de Direito que almejam o destaque no mercado de trabalho. No entanto, ainda existem muitas dúvidas relacionadas a essa área. Dentre as quais destacam-se a sua verdadeira perspectiva de crescimento, os aspectos que podem ser explorados e a atuação do profissional. Assim, com o intuito de ajudar você a conhecer mais sobre a área tributária, ao longo deste post iremos esclarecer as principais dúvidas e ainda revelar qual a opinião de especialistas quanto ao panorama desse setor em 2019. Continue lendo: Direito tributário: Perspectivas de crescimento Segundo a avaliação de especialistas, as áreas relacionadas ao Direito Tributário são as que possuem mais chances de crescimento em 2019. O motivo está intimamente relacionado a atual situação político-econômica vivenciada no país. Estima-se que a retomada econômica, somada às futuras reformas estruturais previstas para o futuro governo, irão criar um panorama de amplas concessões para o setor privado. Como consequência, as empresas irão contratar cada vez mais profissionais especializados nessa área. A grande oportunidade está no fato de que ainda existem poucos profissionais especializados nessa área. Aspectos da área tributária Em um país onde a carga tributária corresponde a 30% do PIB, conseguir reduzir os impactos desse fator nas finanças da empresa deixa de ser uma opção e se torna uma necessidade. É com o objetivo de alcançar a diminuição dos custos com tributos, o aumento da margem de lucros e a consolidação no mercado, que as empresas passaram a contratar cada vez mais profissionais tributaristas. Por meio deles, são desenvolvidas atividades cruciais para a saúde financeira de uma empresa, tais como: Apuração e recolhimento de impostos; Elaboração e entrega as obrigações acessórias; Suporte nos casos de fiscalização e questionamentos do fisco Assessoria na tomada de decisões; Auxílio na redução dos impactos causados pela alta tributação. No entanto, para conseguir suprir todas as necessidades da empresa com relação a tributação, o profissional precisa estar capacitado. Caso contrário, as chances de se destacar no mercado serão mínimas. Profissional especialista O profissional especialista é um dos mais requisitados no ramo empresarial. Normalmente, ele consegue obter uma remuneração 20% maior do que as dos demais profissionais da área financeira e logística. Para tanto, é preciso que o tributarista tenha uma formação em Direito ou Ciências Contábeis e especializações na área tributária. Além disso, é crucial estar sempre atento às mudanças feitas nas legislações e desenvolver estratégias para o crescimento da empresa. Portanto, uma dica valiosa para quem deseja ingressar nessa área tão promissora é investir em conhecimento. Ainda mais aqueles que unem experiência com teoria, como acontece em workshops, cursos e capacitações relacionados à área tributária. Assim, aproveitar a perspectiva de crescimento no ramo tributário só depende de você. Um profissional capacitado e atualizado na área tributária pode se consolidar no mercado e alcançar o sucesso que tanto almeja. Afinal, quando uma empresa encontra um profissional capacitado, dificilmente permite que ele se retire do seu cargo. A tendência é que ela melhore cada vez mais as suas condições de trabalho. Para se tornar um profissional estratégico na área, é fundamental o conhecimento sobre direito tributário. Confira o conteúdo do nosso curso EAD introdutório sobre o assunto e faça a primeira aula gratuita: Ver Curso

Princípios do direito tributário: o que são e qual a importância deles

O direito tributário é a parte do direito responsável pelo estudo das leis que regulamentam a arrecadação dos tributos (impostos, taxas e contribuições), atuando também na forma fiscalizadora. Regula ainda as relações jurídicas estabelecidas entre o contribuinte e Estado, na esfera de arrecadação dos tributos. Existem os princípios do direito tributário, cuja base legal está na Constituição Federal e visam orientar e dirimir as dúvidas que possam surgir no exercício da matéria. Os princípios do direito tributário também servem de base para interpretar as normas jurídicas. Por força desse entendimento, os princípios do direito tributário são considerados os fundamentos mais importantes dessa área do direito. Nesse post, iremos abordar alguns deles, explicando seu conceito e apresentando a importância do seu cumprimento. Princípio da legalidade Este princípio é fundamental na aplicação das diretrizes do direito tributário. De acordo com o art. 150, da Constituição Federal (CF), o Estado não pode exigir ou aumentar tributos sem que seja aprovada uma lei para tal. Isso complementa o que é exposto no art. 5 da CF, onde está descrito que “ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei.” Dessa forma, o entendimento deste princípio do direito tributário é de que o Estado deve obedecer a leis para que tenha a competência de criar, instituir, cobrar impostos, não podendo atuar, assim, de forma arbitrária em suas atribuições. O cumprimento desse princípio é fundamental pelas instituições públicas, pois protege o contribuinte de situações de imposição completa. Antes de uma nova medida ser tomada, ela deve ser proposta em um projeto, ser aceita pelo Congresso e após isso ser sancionada pelo(a) atual Presidente da República. Princípio da capacidade contributiva  Amparado pelo art. 145, § 1ª da CF, este princípio do direito tributário é relacionado à competência do Estado em avaliar cada caso de maneira individual. Segundo o art. 145, os impostos serão calculados de acordo com a situação econômica do contribuinte. Devem ser respeitados, além disso, outros pontos como o consumo ou renda despendida e ainda o patrimônio ou renda acumulada. Princípio da vedação ao confisco É vedado ao Estado instituir tributo que ultrapasse o patrimônio pessoal do contribuinte. Esse princípio se aplica apenas no caso dos tributos. Multas ainda podem ser de valores maiores que o patrimônio do contribuinte. Isso porque são de outras origens, por muitas vezes oriundas de infrações. Importância do cumprimento dos princípios do direito tributário Ao longo do texto, trouxemos três dos princípios do direito tributário. Falamos sobre as fundamentações e explicação sobre o que deve ser respeitado para que tudo ocorra de acordo com a lei. A maior importância no cumprimento destes princípios é a garantia de segurança que o contribuinte deve possuir com o Estado. O Estado, por sua vez, mantém sua idoneidade e cumpre o determinado na Constituição Federal (CF). Os princípios do direito tributário são norteadores da aplicação e abrangência das leis nesse sentido no Brasil. Gostou desse artigo? Quer conferir mais materiais sobre as áreas contábil e tributária? Preencha o formulário abaixo e receba o conteúdo do IBPT Educação em seu email:

Como a Governança Tributária pode garantir uma boa saúde financeira para as empresas?

A Governança Tributária é um conceito relativamente novo, que consiste na adoção de boas práticas tributárias. Em sua aplicação é considerada a perspectiva fiscal da empresa, alinhando as visões contábeis e jurídicas. Seu objetivo principal é reduzir os riscos fiscais, adotando uma otimização no cumprimento das obrigações acessórias. Na empresa com governança tributária, todas as áreas envolvidas diretamente com tributos estão na política da governança, com revisões de todos os processos relacionados ao pagamento dos tributos, sempre visando a melhoria da performance da empresa. Por que adotar a Governança Tributária? Em um país com constantes alterações nas normas tributárias, a governança é essencial para acompanhar essas modificações. De acordo com um estudo do IBPT, no período de 1988 a 2018, o Brasil editou a incrível quantidade de 390.726 normas de matéria tributária. Isso contabiliza mais de 1,92 normas por hora (se contarmos apenas os dias úteis). Com tantas mudanças nas leis, as obrigações acessórias também seguem esse ritmo. São diversas declarações como Sistema Público de Escrituração Digital (SPED), Guia de Informação e Apuração (GIA), livros fiscais e inúmeras guias para recolhimento de impostos. Isso faz com que a empresa perca muita produtividade. O tempo gasto para se cumprir as obrigações do Fisco pode ser melhor utilizado, como na idealização de estratégias para melhor desenvolvimento do negócio. A governança tributária entra nesse cenário visando aprimoramento na gestão empresarial. O objetivo é oferecer controle pleno das ações da empresa, sempre com revisões de todos os processos tributários. Isso minimiza os riscos decorrentes de tantas obrigações acessórias, levando a menos visitas indesejadas do Fisco. Alguns princípios são fundamentais na governança tributária, como a transparência, equidade (senso de justiça), prestação de contas e conformidade no cumprimento das leis. Saúde financeira e redução de gastos Na área financeira da empresa, com a governança tributária e através de um correto planejamento tributário pode-se, por meios legais, se pagar menos impostos. Essa prática é conhecida como elisão fiscal e, ao contrário da evasão (também conhecida com sonegação), é totalmente válida e dentro das leis. Muitas vezes, por desconhecimento das leis, empresários recolhem muito mais impostos em determinado regime de tributação, acreditando que estão fazendo uma boa gestão financeira. Essa diferença de valores pode ser gritante, dependendo das atividades da companhia, e impacta diretamente no lucro e liquidez da empresa. Um planejamento tributário feito de forma equivocada pode, portanto, acarretar em menores lucros e mais impostos. A governança tributária auxilia na redução de gastos e, além disso, possibilita um crescimento sustentável ao empreendimento, visto que as obrigações acessórias, assim como os impostos, serão planejadas de uma forma otimizada. Para empreendimentos bem-sucedidos a longo prazo, é necessária a integração da governança tributária. Ela serve como ferramenta para planejar meticulosamente os próximos passos, não somente considerando riscos, mas também evitando-os. Em resumo, a governança reduz impactos do pagamento de tributos no lucro da empresa e pode ser aplicada em qualquer empresa Nas pequenas, para crescer sempre com saúde financeira e nas grandes para que ela seja preservada. Quer saber como esse conceito funciona na prática? Então conheça nosso curso que vai te tornar um especialista em criar modelos de negócios focados em governança tributária.

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